
Título: Death and the Maiden
Autor: Ariel Dorfman
Sinopse: “Suspenseful, riveting . . . Achieves a universality that is movingly personal.” —The New York Times
The explosively provocative, award-winning drama set in a country that has just emerged from a totalitarian dictatorship
Gerardo Escobar has just been chosen to head the commission that will investigate the crimes of the old regime when his car breaks down and he is picked up by the humane doctor Roberto Miranda. But in the voice of this good Samaritan, Gerardo's wife, Paulina Salas, thinks she recognizes another man—the one who raped and tortured her as she lay blindfolded in a military detention center years before.
Relentlessly paced and filled with lethal surprises, Death and the Maiden is an inquest into the darker side of humanity—one in which everyone is implicated and justice itself comes to seem like a fragile, perhaps ambiguous invention.
Contexto da obra
Como livro em inglês, esta obra costuma ganhar também uma camada própria de interesse editorial e linguístico. “Death and the Maiden”, de Ariel Dorfman, publicado pela editora Penguin Books, em 1994 e com 96 páginas, integra a categoria Livros em Inglês. Por isso, o interesse da obra tende a se ampliar quando o leitor considera também a relação com a língua em que ela circula.
Editora: Penguin Books
Páginas: 96
Ano: 1994-12-01
Edição: Reprint
Linguagem: en
ISBN: 0140246843
ISBN13: 9780140246841
Sobre a editora
Os livros da editora Penguin Books apresentam uma experiência de leitura que mescla narrativas históricas e biográficas com ficções densas e envolventes, transitando entre realismo social e imaginação literária. O catálogo traz obras que exploram desde investigações jornalísticas detalhadas até relatos de viagens e estudos culturais, com uma linguagem que varia do rigor acadêmico a tons mais acessíveis e líricos. Há uma presença marcante de temas como conflitos pessoais, transformações sociais e questões éticas, frequentemente ambientados em contextos históricos ou geográficos ricos, como Londres vitoriana, África colonial e cidades contemporâneas. O ritmo dos textos pode ser tanto reflexivo e contemplativo quanto tenso e acelerado, dependendo do enfoque narrativo.
