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Declinio de um Homem

Título: Declinio de um Homem

Autor: Osamu Dazai

Sinopse: A curta passagem pela vida do escritor japonês Osamu Dazai - suicidou-se aos 38 anos de idade - não o impediu de se transformar num autor bastante popular. Declínio de um homem, editado pela primeira vez no Brasil, vendeu mais de 10 milhões de exemplares desde sua publicação original, em 1948. A obra sintetiza em cenas e passagens notoriamente biográficas muitas das angústias que tanto alimentavam a personalidade autodestrutiva do autor, a saber: a dificuldade de entendimento com seus familiares, sua antissociabilidade niilista, seu patológico apego ao álcool - vício do qual nunca conseguiu se livrar -, sua autoestima inexistente, enfim, sua evidente sensação de deslocamento em relação ao mundo - como se tivesse sido enviado à existência por mero descuido. O livro é estruturado em três cadernos, nos quais o autor, por meio do personagem alter ego Yozo - um jovem estudante provinciano que tenta sobreviver na capital Tóquio - relata em primeira pessoa diversos episódios sobre as hostilidades da vida que ele tem de enfrentar. Yozo é um depressivo contumaz cuja tristeza se espraia nele como uma metástase, contaminando suas energias e impedindo-o de recuperar uma alegria de viver que, na verdade, nunca sentiu.

Contexto da obra

Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Declinio de um Homem”, de Osamu Dazai, publicado pela editora Estação Liberdade, em 2024 e com 152 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.

Editora: Estação Liberdade

Páginas: 152

Ano: 2024

Edição: Biografias/Autobiografias

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 8574482447

ISBN13: 9788574482446

  • Peso (kg): 0,225
  • Altura (cm): 21,00
  • Largura (cm): 14,00
  • Espessura (cm): 1,20

Sobre o autor

A leitura dos livros de Osamu Dazai traz uma imersão em personagens marcados por uma profunda sensação de deslocamento e alienação, muitas vezes narrados em primeira pessoa com uma honestidade crua e quase desconcertante. O ritmo alterna entre momentos de humor ácido e um tom melancólico, criando uma tensão constante entre a busca por conexão humana e a incapacidade de encontrá-la. O foco está na fragilidade emocional e nas contradições internas, onde o narrador frequentemente se apresenta como um fracasso, mas também como alguém que observa o mundo com ironia e sensibilidade. A prosa pode variar entre o lírico e o seco, mas mantém uma densidade que convida à reflexão sobre o sentido da existência e as máscaras sociais. Essa experiência de leitura deixa no leitor uma pergunta inquietante sobre o que significa ser humano em meio a um mundo que parece rejeitá-lo.

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Sobre a editora

Os livros da editora Estação Liberdade convidam o leitor a mergulhar em narrativas que exploram a memória, a identidade e as tensões sociais, muitas vezes em contextos históricos ou culturais específicos. O catálogo privilegia obras que transitam entre o romance sensível e a reflexão crítica, com personagens que enfrentam dilemas profundos, como a perda, a opressão ou a busca por sentido. A linguagem frequentemente alia um tom introspectivo a uma construção cuidadosa, que pode ser ao mesmo tempo densa e acessível, envolvendo temas como o impacto da guerra, a transição cultural e o questionamento da normalidade social. Há também espaço para textos que dialogam com a filosofia, a crítica literária e a biografia, ampliando o horizonte de leitura para públicos que apreciam tanto o narrativo quanto o ensaístico.

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