
Título: Democracy in America
Autor: Alexis de Tocqueville
Sinopse: Alexis de Tocqueville, a young aristocratic French lawyer, came to the United States in 1831 to study its penitentiary systems. His nine-month visit and subsequent reading and reflection resulted in Democracy in America (1835–40), a landmark masterpiece of political observation and analysis. Tocqueville vividly describes the unprecedented social equality he found in America and explores its implications for European society in the emerging modern era. His book provides enduring insight into the political consequences of widespread property ownership, the potential dangers to liberty inherent in majority rule, the importance of civil institutions in an individualistic culture dominated by the pursuit of material self-interest, and the vital role of religion in American life, while prophetically probing the deep differences between the free and slave states. The clear, fluid, and vigorous translation by Arthur Goldhammer is the first to fully capture Tocqueville’s achievements both as an accomplished literary stylist and as a profound political thinker.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Democracy in America”, de Alexis de Tocqueville, publicado pela editora Library of America, em 2004 e com 941 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Library of America
Páginas: 941
Ano: 2004
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 1931082545
ISBN13: 9781931082549
Sobre a editora
Os livros da editora Library of America oferecem uma experiência de leitura que privilegia narrativas densas e de grande fôlego, muitas vezes apresentadas em edições cuidadosas e definitivas. O catálogo privilegia obras que exploram momentos históricos cruciais dos Estados Unidos, como a Guerra Civil e a Grande Depressão, além de clássicos da literatura americana em suas múltiplas vertentes. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e sagas familiares, e volumes que adotam um tom documental, reunindo cartas, discursos e relatos em coleções amplas. A linguagem tende a ser elaborada, com atenção ao contexto social e político, e o ritmo varia entre o envolvimento emocional e a reflexão crítica.
