
Título: Dhammapada: O Caminho do Darma
Autor: Anônimo
Sinopse: O Dhammapada (em páli, Caminho [pada] do Darma [Dhamma]) é o texto budista mais lido e traduzido no mundo, em parte pela qualidade de seus ensinamentos, em parte por ser o texto budista mais acessível ao público leigo – servindo, efetivamente, como uma “introdução ao budismo”. Segundo a tradição, ele teria sido composto pelas anotações dos discípulos que chegaram a conviver com o Buda. Ou seja, se trata do que nos foi ditado pelo próprio Buda. Monges budistas da vertente teravada registraram o Cânone Páli algumas centenas de anos após a morte do Buda. O Dhammapada é uma parte do Sutta Pitaka, que por sua vez é uma parte do Cânone Páli. Trata-se de uma coleção de 423 versos que nos demonstram como viver uma vida que conduza à iluminação. Quem consegue viver uma vida neste caminho, segue o seu Darma. *** Nesta tradução da versão inglesa clássica de Friedrich Max Müller, Rafael Arrais se vale da sua experiência com as traduções de outros textos sagrados, como o "Bhagavad Gita", o "Tao Te Ching" de Lao Tse e o "Gitanjali" de Tagore, para nos trazer uma versão moderna, profunda e acessível da antiga sabedoria do Buda.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Dhammapada: O Caminho do Darma”, de Anônimo, publicado pela editora Textos para Reflexão, em 2018 e com 86 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Textos para Reflexão
Páginas: 86
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Textos para Reflexão convidam o leitor a uma imersão profunda na alma, na espiritualidade e na filosofia, com textos que exploram desde a mística pessoal até reflexões sobre ciência e política. O catálogo revela uma preferência por obras que dialogam com tradições espirituais diversas, como o sufismo, o cristianismo gnóstico e o budismo, sempre com um tom contemplativo e por vezes poético. Há uma tensão entre o rigor filosófico e a linguagem acessível, que busca popularizar temas densos, além de uma presença constante da autorreflexão e do questionamento existencial. O ritmo varia entre ensaios densos e textos mais líricos, contemplativos ou narrativos, e o público tende a ser aquele interessado em pensar a vida sob múltiplas perspectivas, sem pressa.
