
Título: Diario de Dracula, O
Autor: Marin Mincu
Sinopse: O príncipe Vlad III da Valáquia, o empalador, herdara de seu pai, Vlad II o apelido dracul, que significa ''''o diabo'''', em romeno. Não à toa. Drácula foi um personagem histórico, guerreiro na luta contra o Império Otomano e a expansão islâmica na Europa. Mas sua crueldade e seu sadismo o caracterizaram como dracul, pelo modo como matava seus inimigos e os empalava, e inspirou Bram Stoker em sua obra mais célebre.Baseada na vida de Vlad III, esta obra não se vale nem da lendária crueldade do príncipe nem do gosto gótico ou das histórias de vampiros comuns na literatura atual. Mincu ressuscita o personagem histórico, o guerreiro que o papa Pio II apoiou e admirou na esperança de torná-lo o principal comandante da luta contra os turcos e contra o islamismo. De maneira original, este romance é apresentado em primeira pessoa pelo próprio Drácula durante sua prisão no castelo de Visegrád, um homem consciente da própria lenda negra, a par dos documentos históricos que essa lenda alimentou. Isso só é possível porque o Drácula de Mincu é, como foi o príncipe Vlad, um homem culto, poliglota, um humanista levado a agir por um destino mais sofrido do que desejado.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Diario de Dracula, O”, de Marin Mincu, publicado pela editora Autêntica, em 2015 e com 208 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Autêntica
Páginas: 208
Ano: 2015
Edição: Literatura Estrangeira
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8565381404
ISBN13: 9788565381406
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,290
- Altura (cm): 22,50
- Largura (cm): 15,50
- Espessura (cm): 1,20
Sobre a editora
Os livros da editora Autêntica convidam o leitor a percorrer territórios que misturam filosofia, literatura e ciências humanas com uma linguagem que pode ser tanto densa quanto acessível. O catálogo revela um interesse pela reflexão crítica sobre temas como identidade, educação, cultura e política, frequentemente explorados por meio de abordagens que cruzam disciplinas e rompem fronteiras tradicionais. Há obras que propõem uma leitura pausada e contemplativa, enquanto outras adotam um tom mais direto e didático, voltado para públicos acadêmicos e interessados em debates contemporâneos. Essa diversidade sugere uma editora que valoriza o pensamento profundo e a pluralidade de perspectivas.
