
Título: Dicas para redação científica
Autor: Gilson Volpato
Sinopse: Leitura rápida e obrigatória para todos que desejam participar da bela discussão científica que percorre a ciência internacional. Como fazer para seu texto ser reconhecido? Como ser notado na ciência? Como vencer o preconceito científico dos países dominantes? A proposta deste livro é dar caminhos genuínos e sólidos para esses dramas. Percorre conceitos subjacentes às três áreas do saber: Humanas, Exatas e Biológicas. Na concepção do autor, esses caminhos envolvem um profundo refletir sobre o ato de fazer ciência. Segundo ele, apenas ciência de boa qualidade pode gerar artigos de boa qualidade. É nesse sentido que este livro apresenta as bases teóricas necessárias para essa construção, seguidas de 245 dicas que apenas exemplificam a aplicação desses conceitos. As dicas percorrem todas as etapas da construção do artigo, iniciando-se com a concepção da pesquisa. Ao final, esta edição inclui ênfase especial para redação no idioma inglês.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Dicas para redação científica”, de Gilson Volpato, publicado pela editora Cultura Acadêmica, em 2010 e com 152 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Cultura Acadêmica
Páginas: 152
Ano: 2010
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8579830494
ISBN13: 9788579830495
Sobre a editora
Os livros da editora CULTURA ACADEMICA trazem uma leitura que combina rigor acadêmico com temas sociais e culturais relevantes para o Brasil contemporâneo. O catálogo privilegia obras que abordam conflitos sociais, como disputas agrárias e violência de gênero, e investiga as relações entre mídia, comunicação e poder. A linguagem tende a ser densa e analítica, com textos que dialogam com teorias críticas e estudos interdisciplinares. Há também espaço para reflexões sobre educação, filosofia e produção artística, sempre com um olhar que valoriza a contextualização histórica e social. O ritmo das obras varia entre análises detalhadas e ensaios coletivos, que promovem múltiplas perspectivas.
