
Título: Dicionário das obras básicas da cultura ocidental
Autor: Antonio Paim
Sinopse: “A cultura ocidental produziu um conjunto de livros que se considera seriam expressivos e definidores de sua feição. Alguns autores os denominam de Canon, existindo relativo consenso quanto aos títulos que o integram. Para compor o presente Dicionário, adotamos a relação elaborada pela entidade cultural brasileira denominada Instituto de Humanidades, que consiste numa síntese das propostas do St. John’s College, americano, e da Open University inglesa, consideradas como os melhores padrões na matéria. Como a chamada “sociedade da informação”, em que ora vivemos, proporciona grande dispersão da informação, este Dicionário pode ser de grande utilidade no que respeita ao acesso à cultura geral de forma expedita e sem a preocupação de especializar-se”.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Dicionário das obras básicas da cultura ocidental”, de Antonio Paim, publicado pela editora Livre, em 2017 e com 468 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Livre
Páginas: 468
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788592852344
Sobre a editora
Os livros da editora Livre oferecem uma experiência de leitura marcada por diversidade temática e tonal. O catálogo reúne desde narrativas históricas com conflitos pessoais intensos, como batalhas e paixões medievais, até contos urbanos contemporâneos que exploram emoções cotidianas e personagens multifacetados. Há também espaço para literatura infantil com histórias que despertam a imaginação, e textos que transitam entre o poético, o religioso e o filosófico, trazendo reflexões em formatos variados. O tom das obras pode oscilar entre o dramático, o lírico e o didático, com ritmos que vão do suspense ao humor, conforme o tema abordado. A pluralidade do catálogo da Livre convida leitores que apreciam tanto narrativas mais narrativas quanto textos que exploram a linguagem e a forma.
