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Dicionário das Obras Básicas da Cultura Ocidental

Título: Dicionário das Obras Básicas da Cultura Ocidental

Autor: Antonio Paim

Sinopse: A cultura ocidental produziu um conjunto de livros que se considera seriam expressivos e definidores de sua feição. Alguns autores os denominam de Canon, existindo relativo consenso quanto aos títulos que o integram. Para compor o presente Dicionário, adotamos a relação elaborada pela entidade cultural brasileira denominada Instituto de Humanidades, que consiste numa síntese das propostas do St. John’s College, americano, e da Open University inglesa, consideradas como os melhores padrões na matéria. O Instituto de Humanidades é uma organização mantida por professores universitários do Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná, constituída no início dos anos oitenta com o propósito de contribuir para a recuperação da tradição humanista do ensino brasileiro, abandonada a partir das reformas da década de sessenta, e também para implantar a educação para a cidadania, inexistente em nosso país. Tanto o St John’s College como a Open University incluem, entre as obras básicas da cultura ocidental, a Bíblia e os textos essenciais das grandes personalidades religiosas; filósofos, moralistas; estudiosos da sociedade e pensadores políticos; e ainda as mais significativas expressões da literatura. Discutiu-se longamente a forma pela qual a ciência seria incorporada às humanidades, optando-se pela inclusão da obra dos cientistas que marcaram o processo de sua constituição e evolução, inseridos em seus respectivos momentos históricos. O St John’s College considera que a formação humanista compreende a familiaridade com os expoentes da música clássica. Em relação às artes, de um modo geral, as listas costumam incluir A história da arte, de Ernst Gombrich (1909/2001) levando em conta o seu sucesso junto ao público e o fato de que corresponde a uma forma cômoda de aproximar desse tema aos interessados em obter formação geral.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Dicionário das Obras Básicas da Cultura Ocidental”, de Antonio Paim, publicado pela editora Edições Humanidades, em 2008 e com 313 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Edições Humanidades

Páginas: 313

Ano: 2008

Edição:

Linguagem: português

ISBN:

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Antônio Paim conduz a um mergulho denso e analítico sobre momentos cruciais da história política e intelectual brasileira. O tom é sóbrio, quase discursivo, com um ritmo que privilegia a reflexão profunda sobre escolhas nacionais e ideológicas, em vez de narrativas ágeis ou ficcionais. A tensão surge da confrontação entre caminhos possíveis e decisões tomadas, sempre com um olhar crítico e detalhado sobre o passado e suas consequências no presente. O foco está na construção de argumentos que dialogam com temas como patrimonialismo, marxismo, liberalismo e democracia, sempre com uma prosa que privilegia o rigor e a clareza, ainda que carregada de densidade conceitual. A experiência de leitura é mais intelectual do que emocional, convidando o leitor a questionar o rumo da sociedade e o papel das ideias na formação do país.

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