
Título: DIREITO, HERMENÊUTICA E LITERATURA
Autor: Megale Silva
Sinopse: O desvirtuamento da retórica praticado especialmente pelos políticos ao longo dos séculos, recordado no ‘Ensaio sobre a origem das línguas’, fez pensadores desprezarem o discurso retórico. Apesar de Lévinas se referir à retórica de modo pejorativo, acreditamos que, no plano de sua filosofia da afetividade, esse pensador rejeite não a retórica na acepção que lhe dera Aristóteles, mas o discurso erístico, portanto injusto, violento, próprio da lisonja, demagógico, propagandístico, de abordagem indireta, desleal, anônimo, fraudulento. Nos bens da literatura, captamos um pouco da natureza da linguagem, especialmente quando tentamos apenas compreender, no abandono de qualquer explicação. Os grandes literatos são os primeiros sabedores das dificuldades da linguagem, mas também parecem saber que ela própria ensina.
Contexto da obra
No campo jurídico, livros como este costumam ocupar um lugar importante entre estudo, consulta e formação. “DIREITO, HERMENÊUTICA E LITERATURA”, de Megale Silva, publicado pela editora Editora D'Plácido, em 2019 e com 150 páginas, integra a categoria Livros de Direito. Isso costuma ajudar a entender o lugar da obra entre livros de apoio, formação e referência jurídica.
Editora: Editora D'Plácido
Páginas: 150
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6580444274
ISBN13: 9786580444274
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,170
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 0,75
Sobre a editora
Os livros da editora EDITORA D'PLÁCIDO oferecem uma leitura que combina rigor acadêmico e reflexão crítica, sobretudo no campo do Direito e das Ciências Sociais. O catálogo privilegia obras que abordam temas jurídicos complexos, como direitos fundamentais, teoria do direito, processos judiciais e questões sociais, com uma linguagem que varia do técnico ao acessível, sempre com foco na análise aprofundada. Muitas obras exploram tensões entre tradição e inovação, como o debate entre ativismo judicial e autocontenção, ou a transição do positivismo para o direito pós-moderno. A experiência de leitura é marcada por textos densos, que convidam à reflexão sobre temas atuais e estruturais, com abordagem interdisciplinar e atenção a contextos regionais e nacionais.
