
Título: Discurso Da Servidao Voluntaria
Autor: Étienne de La Boétie
Sinopse: À exceção de alguns sonetos e traduções de autores da antiguidade, este Discurso sobre a servidão voluntáriarepresenta toda a obra de Étienne de La Boétie (1530-1563). Como poderíamos classificá-lo? É um tratado humanista? Um libelo a favor da liberdade dos indivíduos e dos povos? Chega a ser espantoso como conseguiu escrever este texto em meados do século XVI, durante a consolidação dos Estados nacionais na Europa, em meio aos tumultos políticos e religiosos, sem ter a integridade de sua própria vida ameaçada, dado o potencial de insurgência do escrito. Entende-se que nada lhe aconteceu pelo fato de seu trabalho ter circulado apenas entre amigos. O Discurso foi publicado somente pouco após a morte do autor. A exortação de La Boétie nos impele a recuperar nosso natural amor à liberdade, e, sem o uso da violência, deixar de ser coniventes com a tirania. Assumir nossa condição de seres livres consiste, antes de mais nada, em não mais alimentar a cobiça dos tiranos, para que eles caiam com o próprio peso de sua maldade.
Contexto da obra
Em coleções literárias, um livro como este costuma ganhar também um sentido editorial mais amplo. “Discurso Da Servidao Voluntaria”, de Étienne de La Boétie, publicado pela editora Editora Nós, em 2021 e com 80 páginas, integra a categoria Livros de Coleções Literárias. Por isso, o leitor pode ganhar outra perspectiva quando observa não só o texto, mas também a coleção que o abriga.
Editora: Editora Nós
Páginas: 80
Ano: 2021
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8569020066
ISBN13: 9788569020066
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,060
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 11,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Nós convidam o leitor a um mergulho em universos literários que transitam entre o coloquial e o experimental, o íntimo e o social. A oralidade periférica, a poesia que dialoga com o concreto e o manifesto, e narrativas que exploram a subjetividade em múltiplas vozes são marcas recorrentes. O catálogo revela uma atenção especial a temas como a resistência cultural, o feminismo crítico, e a complexidade das relações humanas em contextos contemporâneos, muitas vezes tensionados por violência, exclusão ou memória. A escrita varia do tom visceral e urgente ao lírico e sensorial, com ritmo que pode ser tanto vertiginoso quanto meditativo, dependendo da obra. Em alguns casos, há uma aposta clara na experimentação formal, seja pela fragmentação narrativa ou pelo uso de grafismos e diálogos internos.
