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Discurso Sobre a Servidão Voluntária

Título: Discurso Sobre a Servidão Voluntária

Autor: Étienne de La Boétie

Sinopse: Entre muitos pontos importantes e relevantes do Discurso em si, ressalta-se: – O poder que um só homem exerce sobre os outros é ilegítimo. – A preferência pela república em detrimento da monarquia. – As crenças religiosas são freqüentemente usadas pelas monarquias para manter o povo sob sujeição e jugo. – Etienne de La Boétie afirma no Discurso a liberdade e a igualdade de todos os homens na dimensão política. – Evidencia, pela primeira vez na história, a força da opinião pública. – Repele todas as formas de demagogia. – Incursionando pioneiramente pelo que mais tarde ficará conhecido como psicologia de massas, informa da irracionalidade da servidão, desde o título provocativo da Obra, indicada como uma espécie de vício, de doença coletiva. O Discurso, que no século XVI Montaigne consi­derava difícil prefaciar, hoje em dia é ainda tristemente atual. O ser humano encontra-se em amarras auto-infligidas por toda a parte. Como dizia Manuel J. Gomes, importante tradutor de La Boétie para o português: “Se em 1600 era tarefa difícil escrever um prefácio a La Boétie, hoje não é mais fácil. Hoje como nos tempos de La Boétie e Montaigne, a alienação é doce (como um refrigerante) e a liberdade amarga, porque está demasiado próxima da solidão. E da loucura”.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Discurso Sobre a Servidão Voluntária”, de Étienne de La Boétie, publicado pela editora LGE Editora, em 2009 e com 72 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: LGE Editora

Páginas: 72

Ano: 2009

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 8572383867

ISBN13: 9788572383868

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Étienne de La Boétie traz à tona uma reflexão intensa sobre o poder e a liberdade, com um tom que mistura a urgência de um chamado à ação e a serenidade de um convite à consciência. A prosa é direta, com argumentos incisivos que expõem a servidão voluntária como um fenômeno tanto político quanto psicológico, criando uma tensão constante entre o indivíduo e o tirano, que é ao mesmo tempo externo e interno. O ritmo é marcado por uma lógica clara e contundente, que desafia o leitor a questionar as bases da autoridade e da obediência. Em meio a essa clareza, há também uma dimensão ética e moral que amplia o debate para o campo da responsabilidade pessoal e coletiva. Assim, a experiência de leitura é ao mesmo tempo intelectual e íntima, provocando uma inquietação que permanece após a última página.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora LGE Editora apresentam uma variedade de temas que vão do íntimo e cotidiano ao político e histórico, com narrativas que exploram tanto a reflexão filosófica quanto relatos humanos densos. Há obras que tratam de questões pessoais e sociais com um tom direto e, às vezes, provocador, como no caso de temas tabus ou conflitos éticos. Outras propostas se destacam pela abordagem mais ensaística e investigativa, discutindo liberdade, poder e identidade. O ritmo das obras pode variar bastante, passando de relatos introspectivos e contemplativos a textos que trazem humor e crítica social, o que indica um catálogo com diversidade de estilos e focos. Essa pluralidade sugere que a leitura aqui pode ser tanto uma imersão em histórias emocionais quanto um convite à reflexão sobre a condição humana e os sistemas sociais.

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