
Título: Dois Anos, Oito Meses e 28 Noites
Autor: Salman Rushdie
Sinopse: Depois de uma tempestade em Nova York, fatos estranhos começam a ocorrer. Um jardineiro percebe que seus pés não tocam mais o chão. Um quadrinista acorda ao lado de um personagem que parece um de seus desenhos. Ambos são descendentes dos djins, figuras mágicas que vivem num mundo apartado do nosso por um véu invisível. Séculos atrás, Bunia, princesa dos djins, apaixonou-se por um filósofo. Juntos, tiveram filhos que se espalharam pelo mundo humano. Quando o véu é rompido, tem início uma guerra que se estende por mil e uma noites - ou dois anos, oito meses e vinte e oito noites. Mais uma vez, Salman Rushdie cria uma obra prima sobre os conflitos ancestrais que permanecem no mundo contemporâneo.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Dois Anos, Oito Meses e 28 Noites”, de Salman Rushdie, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2016 e com 336 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 336
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8535926984
ISBN13: 9788535926989
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,412
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 2,00
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
