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Dois tratados sobre o governo

Título: Dois tratados sobre o governo

Autor: John Locke

Sinopse: "Em parte alguma encontrei uma descrição mais clara da propriedade do que em um livro intitulado Dois tratados sobre o governo." Essa observação foi feita por John Locke em 1703, pouco mais de um ano antes de sua morte. Por estranha que possa parecer, tal declaração de Locke antecipa o julgamento da posteridade. Pouco tardaria para o reconhecimento universal de que os escritos de Locke acerca do Governo de fato pertenciam à mesma categoria que a Política de Aristóteles, e ainda o consideramos um livro que trata da propriedade, sobretudo nos últimos anos. Foi impresso mais de cem vezes desde que apareceu sua primeira edição, que traz no frontispício a data de 1690. É um clássico consagrado da teoria política e social; talvez não figure entre os mais proeminentes de todos, mas mostrou-se familiar a oito gerações de estudiosos da política no mundo todo e foi objeto de um extenso cânone de literatura crítica.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Dois tratados sobre o governo”, de John Locke, publicado pela editora Martins Fontes, em 2005 e com 639 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Martins Fontes

Páginas: 639

Ano: 2005

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 8533622244

ISBN13: 9788533622241

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de John Locke conduz a um mergulho em reflexões densas sobre a natureza humana, o conhecimento e a organização política. A prosa se apresenta com rigor e clareza, equilibrando argumentações filosóficas complexas com um ritmo que alterna entre o contemplativo e o incisivo. Há uma tensão constante entre a defesa da razão e da experiência como fontes do saber e a crítica a estruturas autoritárias, o que gera um debate intelectual que permanece atual. O foco recai sobre questões fundamentais como liberdade, tolerância e direitos naturais, convidando o leitor a ponderar sobre os limites do poder e a base da convivência social. Os personagens, quando aparecem, são mais ideias e conceitos encarnados do que figuras narrativas, o que torna a leitura mais densa e reflexiva do que emotiva.

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    Sobre a editora

    A leitura dos livros da editora Martins Fontes revela uma inclinação por obras que exploram o pensamento filosófico e reflexivo, muitas vezes com um tom didático e aprofundado. O catálogo privilegia textos que abordam desde a filosofia clássica e contemporânea até temas como lógica, metafísica e ética, apresentando discussões que vão do abstrato ao cotidiano. Também há espaço para narrativas que dialogam com a cultura, a história e as artes, incluindo adaptações literárias e análises que convidam o leitor a um mergulho intelectual. O ritmo das obras tende a ser contemplativo, com linguagem clara, mas que exige atenção, e o público parece ser leitor interessado em compreender ideias complexas e contextos culturais amplos.

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