
Título: Dom Quixote - Encenações Tipográficas
Autor: Adelina Lopes Vieira
Sinopse: Se Dom Quixote é um livro sobre os livros, seu prólogo é um paratexto contra o paratexto. Acatando aparentemente a retórica que rege o prefácio, o autor na verdade a rejeita, não aceita os lugares-comuns que ela elenca, recusa-se a " ir com a corrente do uso". O que Cervantes contesta não é a função desses elementos limiares, mas sua constituição como lugar do poder, em que se produzem as instâncias de legitimação do livro e do autor. Questões ligadas às novas maneiras de fabricação e comércio do livro se incluem na folha de rosto, como o livro dentro do livro, como a oficina de impressão dentro da oficina de impressão ficcional de Cervantes, a própria representação, no livro, do mundo do livro.
Contexto da obra
Na crítica literária, livros como este costumam ampliar a leitura de autores, obras e tradições. “Dom Quixote – Encenações Tipográficas”, de Adelina Lopes Vieira, publicado pela editora Editora UFMG, em 2017 e com 140 páginas, integra a categoria Livros de Crítica Literária. Na prática, isso ajuda a situar o livro como apoio valioso para quem quer ler obras e autores com mais contexto.
Editora: Editora UFMG
Páginas: 140
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8542302060
ISBN13: 9788542302066
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,350
- Altura (cm): 20,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Editora UFMG convidam o leitor a uma imersão em temas que transitam entre o pensamento crítico, a história e as ciências sociais, com uma forte presença da filosofia e da reflexão cultural. A experiência de leitura costuma ser densa, com obras que exploram desde análises filosóficas profundas até estudos sobre questões sociais contemporâneas, como política, educação e cultura. O catálogo revela um interesse por textos que dialogam com o presente, abordando desde as tradições literárias e artísticas até os desafios das tecnologias e das transformações sociais. O tom das obras varia entre o analítico e o ensaístico, com narrativas que privilegiam a reflexão cuidadosa e o debate conceitual.
