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Sobrevivencia dos Vaga-lumes

Título: Sobrevivencia dos Vaga-lumes

Autor: Didi-Huberman Georges

Sinopse: A partir do famosoa artigo dos vaga-lumes, escrito por Pier Paolo Pasolini em 1975, Didi-Huberman defende a sobrevivência da experiência e da imagem, em um texto que representa uma grande guinada na história da arte. Sobrevivência dos vaga-lumes analisa a obra de Pasolini, estabelecendo conexões com o pensamento de outros intelectuais, especialmente o de Giorgio Agamben. Os vaga-lumes representam as diversas formas de resistência da cultura, do pensamento e do corpo diante das luzes ofuscantes do poder da política, da mídia e da mercadoria. A visão apocalíptica de Pasolini, expressa em sua afirmativa “não existem mais seres humanos”, e a de Agamben, segundo a qual o homem contemporâneo está “desprovido de sua experiência”, constituem um dos eixos da discussão estabelecida por Didi-Huberman. O autor recorre ao trabalho de Walter Benjamim “Imagem Dialética” para demonstrar que a experiência ainda é possível no mundo contemporâneo.

Contexto da obra

Na crítica literária, livros como este costumam ampliar a leitura de autores, obras e tradições. “Sobrevivencia dos Vaga-lumes”, de Didi-Huberman Georges, publicado pela editora Editora UFMG, em 2011 e com 160 páginas, integra a categoria Livros de Crítica Literária. Na prática, isso ajuda a situar o livro como apoio valioso para quem quer ler obras e autores com mais contexto.

Editora: Editora UFMG

Páginas: 160

Ano: 2011

Edição:

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 8570418892

ISBN13: 9788570418890

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,170
  • Altura (cm): 18,00
  • Largura (cm): 13,00
  • Espessura (cm): 1,00

Sobre o autor

A leitura dos livros de Didi-Huberman Georges é um convite a um mergulho profundo na relação entre imagem, memória e história, onde o olhar se torna um território de tensões entre o visível e o invisível. A prosa combina um ritmo contemplativo, quase meditativo, com uma densidade intelectual que exige atenção para captar as nuances entre o pessoal e o coletivo, o lírico e o filosófico. Muitas vezes, a experiência se constrói a partir de fragmentos — fotografias, documentos, objetos — que abrem brechas para reflexões sobre o passado e a política da imagem. O leitor se vê diante de perguntas que desafiam a certeza, como o papel da imagem na representação do trauma e da resistência, e a complexidade do olhar histórico que não se contenta com respostas prontas.

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Sobre a editora

Os livros da editora Editora UFMG convidam o leitor a uma imersão em temas que transitam entre o pensamento crítico, a história e as ciências sociais, com uma forte presença da filosofia e da reflexão cultural. A experiência de leitura costuma ser densa, com obras que exploram desde análises filosóficas profundas até estudos sobre questões sociais contemporâneas, como política, educação e cultura. O catálogo revela um interesse por textos que dialogam com o presente, abordando desde as tradições literárias e artísticas até os desafios das tecnologias e das transformações sociais. O tom das obras varia entre o analítico e o ensaístico, com narrativas que privilegiam a reflexão cuidadosa e o debate conceitual.

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