
Título: Pintura Encarnada, A
Autor: Didi-Huberman Georges
Sinopse: A pintura Encarnada é texto inaugural na obra de Georges Didi- Huberman. Desde então, firmou-se como um teórico particularmente interessado em "interrogar o tom de certeza que impera tão frequentemente na bela disciplina da historia da arte". Neste estudo, ele recupera um texto literário como matriz historiográfica de ancestrais questionamentos sobre a arte. Contudo, a literatura não é aqui mero depositário das tópicas, consequente chave interpretativa para os sintagmas da pintura. Mais que simplesmente metaforizar uma leitura que se pretende arborescente, ela ajuda a pôr em pauta uma constelação de sentidos (do sema, da aisthesis, do pathos), para além dos modelos teóricos hegemônicos, que desconsideram as circulações entre elementos visuais contraditórios.
Contexto da obra
Na área de Artes, livros como este costumam interessar pelo repertório visual e pela reflexão estética. “Pintura Encarnada, A”, de Didi-Huberman Georges, publicado pela editora Editora Escuta, em 2012 e com 192 páginas, integra a categoria Livros de Artes. Esse contexto costuma ser útil para perceber como o livro pode ampliar olhar e sensibilidade.
Editora: Editora Escuta
Páginas: 192
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 857137323X
ISBN13: 9788571373235
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,240
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Escuta convidam o leitor a um mergulho profundo no campo da psicanálise, da filosofia e das artes, com textos que exploram tanto a teoria quanto a prática clínica contemporânea. A experiência de leitura é marcada por um tom reflexivo e denso, que privilegia o diálogo entre conceitos clássicos e questões atuais, muitas vezes atravessadas por temas como subjetividade, cultura, e a complexidade das relações humanas. O catálogo sugere obras que transitam entre o ensaio teórico, a análise clínica e a crítica cultural, com narrativas que exigem atenção e envolvimento do leitor. Há uma predominância de textos que abordam a psicanálise sob diferentes perspectivas, ora mais conceituais, ora mais aplicadas, o que revela uma diversidade em ritmo e densidade, mas sempre com um foco na escuta e na compreensão do sujeito.
