
Título: Dom Ratão e Dona Ratita
Autor: Marcos Santarrita
Sinopse: Dom Ratinho era um camundongo novinho, fraquinho e feinho. E tinha uma, não, duas paixões. E um segredo. A partir desses três ingredientes, Marcos Santarrita, escritor e tradutor de renome, cria com muita imaginação uma história que toda criança gostará de ler. Ler o texto e ver as ilustrações bem-humoradas de Luiz Maia. Dom Ratinho, apaixonado por Dona Ratita, sua vizinha, sonhava em vencer o jogo da ratoeira, a Queijada, não pelo jogo mas porque achava um absurdo arriscar-se a morrer por um pedaço de queijo, para oferecê-lo a sua amada e ganhar um beijo. Porém, tímido do jeito que era, só se transformando em Dom Ratão, o grande, forte, bonito. Tinha até capa e voava como os ratos heróis de televisão. Esses voos da imaginação instauram um diálogo com as crianças sobre os temas mais complexos porque a linguagem simbólica se comunica facilmente com o pensamento mágico, natural do universo infantil.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “Dom Ratão e Dona Ratita”, de Marcos Santarrita, publicado pela editora Global Editora, em 2000 e com 24 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Global Editora
Páginas: 24
Ano: 2000
Edição: Literatura Infantojuvenil
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8526006541
ISBN13: 9788526006546
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,110
- Altura (cm): 30,00
- Largura (cm): 15,00
- Espessura (cm): 0,10
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
