
Título: Dopo la finitudine
Autor: Quentin Meillassoux
Sinopse: I moderni hanno loscura sensazione di aver perduto il Grande Esterno dei pensatori precritici. Dopo Kant, le forme del pensiero non possono più derivare da un principio o sistema che sia in grado di conferir loro una necessità assoluta: ormai il rapporto tra pensiero e mondo si riducead una inestricabile correlazione delluno nellaltro, che finisce per dissolverli entrambi. Contro questaimpostazione, il materialismo speculativo di Meillassoux sottraendosi alla triade criticismo-scetticismodogmatismo rivendica una realtà esterna indipendente da noi, assoluta e conoscibile, al solo prezzo della rinuncia al principio di ragion sufficiente. Ed è la scienza stessaad intimarci di scoprire la fonte della sua assolutezza, che emerge insieme al senso della forma matematica del discorso scientifico.Dopo la finitudine, la contingenza rientra nellalveo della necessità, lassoluto torna ad essere la destinazione originaria del pensiero che si lascia ora alle spalle ognifittizio supplemento danima.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Dopo la finitudine”, de Quentin Meillassoux, publicado pela editora Mimesis, em 2012 e com 256 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Mimesis
Páginas: 256
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: italiano
ISBN: 8857513424
ISBN13: 9788857513423
Sobre a editora
Os livros da editora Mimesis convidam a uma leitura que transita entre o pensamento crítico e a reflexão cultural, frequentemente ancorada em análises filosóficas, sociológicas e históricas. A experiência de leitura tende a ser densa e profunda, com obras que exploram temas como a subjetividade, o luto, a memória, as dinâmicas sociais e políticas, e as tensões entre indivíduo e coletivo. O catálogo sugere um equilíbrio entre obras que dialogam com a teoria e outras que se apresentam em formatos mais narrativos, como sagas familiares ou análises de fenômenos culturais, sempre com um tom que privilegia a complexidade e o rigor conceitual.
