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Dores Que Libertam

Título: Dores Que Libertam

Autor: Miriam Krenzinger

Sinopse: Dores que libertam: falas de mulheres das favelas da Maré, no Rio de Janeiro, sobre violências é uma coletânea de artigos que, nesta primeira edição, conta com o financiamento da Capes e resulta de iniciativas (pesquisa e intervenção artística) realizadas no âmbito do projeto “Cidades saudáveis, seguras e com equidade de gêneros: perspectivas transnacionais sobre violência urbana contra mulheres do Rio de Janeiro e em Londres”, financiado por Economic and Social Research Council (ESRC) e Newton Fund. O estudo foi realizado entre novembro de 2016 e abril de 2018, a partir da parceria entre a Escola de Serviço Social (UFRJ), a Organização Não Governamental denominada Redes de Desenvolvimento da Maré, o People’s Palace Projects (Queen Mary University of London) e o King’s College London University. Os capítulos aqui publicados apresentam resultados da referida pesquisa realizada com mais de 850 mulheres na Maré, maior conjunto de favelas no Rio de Janeiro, e, também, com profissionais e gestores de serviços públicos e ONGs que atuam na proteção dessas mulheres. Foram utilizados diferentes métodos de pesquisa e coleta de dados, que contribuíram para a compreensão do fenômeno em um contexto marcado pela violência urbana e estigmatizações diversas. Algumas conclusões alcançadas no âmbito desta pesquisa apontam para a necessidade de qualificação dos serviços de atendimento disponíveis a essas mulheres, e de segurança para a tomada de providências em busca de seus direitos no campo do acesso à justiça e às demais dimensões de proteção. A coletânea conta, também, com o depoimento de cinco assistentes de pesquisa de campo, que relataram a experiência de realizar 801 visitas domiciliares, em 15 favelas da Maré. A pesquisa teve como um de seus desdobramentos a instalação artística denominada SCAR (cicatriz), realizada no festival internacional denominado Women of the World (WOW), no Southbank Centre, em Londres, no início de 2018. Todo o processo de confecção das narrativas, informações e análises que nortearam este estudo está também aqui relatados. Há, ainda, e merece destaque especial, a contribuição das pesquisadoras do Reino Unido, com o artigo que versa sobre a experiência de mulheres brasileiras moradoras de Londres que vivenciaram dinâmicas violentas, complexificadas pela condição de imigrantes. No Brasil, onde os dados sobre diferentes formas de violência contra a mulher, em particular a violência doméstica, são alarmantes, este livro contribui para a reflexão de todas e todos as/os envolvidas/os no processo de enfrentamento desse fenômeno. Convidamos à leitura e desejamos que esta obra propicie o debate e a articulação de propostas. Prof.ª Dr.ª Rosana Morgado Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Serviço Social da UFRJ

Contexto da obra

Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “Dores Que Libertam”, de Miriam Krenzinger, publicado pela editora Appris Editora, em 2018 e com 179 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.

Editora: Appris Editora

Páginas: 179

Ano: 2018

Edição:

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 8547319220

ISBN13: 9788547319229

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,200
  • Altura (cm): 21,00
  • Largura (cm): 14,80
  • Espessura (cm): 1,10

Sobre a editora

Os livros da editora Appris Editora apresentam um olhar atento a temas contemporâneos e questões sociais, educacionais e culturais, com textos que transitam entre análises teóricas e relatos práticos. A experiência de leitura frequentemente envolve reflexões críticas sobre educação, saúde, direitos humanos e práticas profissionais, com uma linguagem que varia entre o acessível e o acadêmico, sempre com densidade conceitual. O catálogo indica uma preocupação com a formação de sujeitos em contextos diversos, desde a infância até a vida adulta, e com temas que dialogam com políticas públicas, inovação e práticas interdisciplinares. Há obras que exploram desde o ensino formal e suas metodologias até debates sobre sexualidade, envelhecimento, cultura e memória, revelando um perfil editorial que privilegia o aprofundamento e a problematização social.

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