
Título: Dramaturgia de Televisão
Autor: Renata Pallottini
Sinopse: Apesar da dramaturgia comparecer com uma parte muito ponderável, e das mais populares, nas programações da TV brasileira, com sucessivas e notáveis produções há mais de sessenta anos, pouco tem sido publicado sobre esse assunto. Dramaturgia de Televisão, de Renata Pallottini, é, nesse aspecto, uma obra pioneira que continua sendo referência obrigatória para quem estuda os processos de encenação nesse meio e trabalha na sua concretização prática. Em edição revista e atualizada, a coleção Debates da editora Perspectiva torna novamente acessível aos leitores interessados este panorama das técnicas e recursos de direção e encenação de novelas, minisséries e congêneres, em seus fundamentos e nos seus desenvolvimentos mais recentes, elaborado por uma autora que, ao longo de sua carreira, marcou presença no teatro, nas mídias radiofônica e televisiva, bem como na literatura.
Contexto da obra
Na área de Cinema e Artes Performáticas, livros como este costumam ampliar repertório e leitura crítica. “Dramaturgia de Televisão”, de Renata Pallottini, publicado pela editora Perspectiva, em 2012 e com 208 páginas, integra a categoria Livros de Cinema e Artes Performáticas. Esse contexto costuma ser útil para entender melhor o alcance formativo e interpretativo do livro.
Editora: Perspectiva
Páginas: 208
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8527309491
ISBN13: 9788527309493
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,184
- Altura (cm): 20,50
- Largura (cm): 11,50
- Espessura (cm): 1,10
Sobre a editora
Os livros da editora Perspectiva costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e profundidade reflexiva, com foco em temas como filosofia, história, artes e ciências sociais. O catálogo privilegia obras que exploram a cultura, a política e a religião sob perspectivas históricas e críticas, muitas vezes atravessadas por análises detalhadas e linguagem densa, mas acessível. Há um equilíbrio entre textos ensaísticos, estudos históricos e biográficos, e abordagens fenomenológicas ou semióticas, que convidam o leitor a um envolvimento intelectual prolongado. O tom, em geral, é sério e contemplativo, com ritmo que privilegia a reflexão mais do que a narrativa rápida.
