
Título: DYMPHNE - A Santa Protetora dos Loucos
Autor: Ezio Flavio Bazzo
Sinopse: Este é um livro sobre insanidade, demência e piração. Uma viagem nas pegadas do frenesi e no encalço da loucura, com suas mais variadas descrições populares, clínicas, preconceituosas, negadoras, medievais e até modernas. E não é uma história «formal» que pretendo, pelo contrário, anseio mais bem por uma história vagabunda e doméstica, desde as estradas perigosas de minha memória até o «paraíso» belga de Geel, o velho e quase mitológico shangri-la dos «dementes». Talvez no imaginário de todas as raças, a loucura seja percebida apenas como um berço em chamas, como o passo de caranguejos no interior das artérias ou como a silhueta de uma mãe esplendorosa que se recusa, a silhueta de uma mãe com tetas imensas mas vazias. Talvez apenas como um canyon com bebês berrando, a placenta sendo lançada numa imensa gamela de imbúia, como se tudo estivesse acontecendo num açougue clandestino do Distrito Federal ou numa caverna piauiense iluminada apenas pelos pingentes de estalactites e pelo brilho inocente dos olhos dos morcegos.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “DYMPHNE – A Santa Protetora dos Loucos”, de Ezio Flavio Bazzo, publicado pela editora LGE Editora, em 2007 e com 152 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: LGE Editora
Páginas: 152
Ano: 2007
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8572382933
ISBN13: 9788572382939
Sobre a editora
Os livros da editora LGE Editora apresentam uma variedade de temas que vão do íntimo e cotidiano ao político e histórico, com narrativas que exploram tanto a reflexão filosófica quanto relatos humanos densos. Há obras que tratam de questões pessoais e sociais com um tom direto e, às vezes, provocador, como no caso de temas tabus ou conflitos éticos. Outras propostas se destacam pela abordagem mais ensaística e investigativa, discutindo liberdade, poder e identidade. O ritmo das obras pode variar bastante, passando de relatos introspectivos e contemplativos a textos que trazem humor e crítica social, o que indica um catálogo com diversidade de estilos e focos. Essa pluralidade sugere que a leitura aqui pode ser tanto uma imersão em histórias emocionais quanto um convite à reflexão sobre a condição humana e os sistemas sociais.
