
Título: E se deus for um de nós?
Autor: Tadeu Sarmento
Sinopse: E se Deus for um de nós? conta a história de Yves Barnacle, uma jovem ruiva irlandesa que viaja ao Recife para perder a virgindade e contrariar a profecia de seu pai, um poeta gago que profetizou em versos que a filha seria uma versão moderna de Joana D’Arc, e que, portanto, conduziria o IRA à vitória sobre a coroa inglesa. Quando ela desembarca no Recife, se vê envolvida com um assassino em série de ruivas virgens, perseguido por um policial leitor de Raymond Chandler e admirado por um Supervisor de Call Center homofóbico, misógino e enrustido. Um taxista apaixonado por Graham Greene, uma seita cristã de virgens sodomitas, um barbeiro surdo suspeito de ser torturador do regime militar e um ex-agente secreto romeno, traficante de escravas sexuais, são só alguns dos outros personagens que cruzam o caminho de Yves Barnacle enquanto ela tenta encontrar o assassino.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “E se deus for um de nós?”, de Tadeu Sarmento, publicado pela editora Confraria do Vento, em 2016 e com 382 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Confraria do Vento
Páginas: 382
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788555320460
Sobre a editora
Os livros da editora Confraria Do Vento convidam a uma leitura que mescla densidade poética e reflexão crítica, com uma forte presença da linguagem literária que flerta entre o ensaio, a poesia e a narrativa contemporânea. O catálogo sugere obras que exploram temas como a condição humana, o corpo, a marginalidade e a memória, muitas vezes com um tom introspectivo, às vezes marcado por tensões entre o lírico e o político. A experiência de leitura pode variar do ritmo cadenciado da poesia a narrativas mais cruas e investigativas, com textos que não se acomodam a fórmulas e que desafiam o leitor a acompanhar um fluxo de pensamento por vezes fragmentado ou experimental. A Confraria Do Vento parece privilegiar uma escrita que valoriza o jogo entre o intelectual e o sensível, em ambientes que vão do urbano às paisagens interiores e imaginárias.
