
Título: Ecce Hommo - Lafonte
Autor: Friedrich Wilhelm Nietzsche
Sinopse: Ecce Homo é o último de Nietzsche, escrito quando ele já estava bem doente. O título, que em português significa "eis o homem", é uma frase em latim, dito por Pilatos ao apresentar Jesus flagelado aos judeus. Chamado por especialistas de autobiografia, é uma analise de sua obra, em que ele se coloca diante de si como se fosse um psicanalista. Considerada enigmática e desconcertante, é um de seus textos mais polêmicos e controvertidos.A intenção de Nietzsche é explicar tudo, para não correr o risco de ser mal compreendido no futuro. Faz algumas algumas sinopses e relembra em que momento da vida escreveu cada livro, que influências recebeu. Entre confissões e novas colocações, briga consigo mesmo para expor seus pensamentos incomuns. É um livro corajoso, enigmático e profundo.
Contexto da obra
Na Filosofia, obras como esta costumam ganhar força pela densidade das ideias e pelo tipo de reflexão que propõem. “Ecce Hommo – Lafonte”, de Friedrich Wilhelm Nietzsche, publicado pela editora Editora Lafonte, em 2020 e com 192 páginas, integra a categoria Livros de Filosofia. Por isso, o contexto da obra costuma dizer bastante sobre a maneira mais produtiva de lê-la.
Editora: Editora Lafonte
Páginas: 192
Ano: 2020
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6586096065
ISBN13: 9786586096064
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,235
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 15,70
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Lafonte oferecem uma experiência de leitura que transita entre o clássico e o reflexivo, com obras que exploram desde os dilemas sociais e morais até a filosofia e a aventura. O catálogo apresenta narrativas que frequentemente abordam conflitos humanos profundos, como preconceito racial, críticas à sociedade e busca por autoconhecimento, muitas vezes ambientadas em contextos históricos ou culturais específicos. Há também espaço para textos que estimulam a reflexão filosófica e ética, com linguagem que pode variar do denso ao acessível, contemplando desde romances até ensaios e livros ilustrados. Essa diversidade sugere uma curadoria que valoriza o diálogo entre tradição literária e temas universais, com ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto envolvente.
