
Título: Edipo. Enigma da Atualidade
Autor: Meira Cláudia
Sinopse: Adentrar o universo de Édipo é pensar em mito, fantasia, olhar ou fato. Também em origem, herança e transmissão, estes substantivos que marcam o lugar do CEPdePA enquanto instituição psicanalítica que faz trabalhar o legado freudiano, que inova e preserva suas raízes. Nessas andanças, desde 1984 até hoje, tem sido possível o importante trânsito entre o aprendido e o desafiado, entre o herdado e o conquistado, entre o recebido e o construído.A ideia de tomar as questões edípicas como o tema central do livro Édipo: enigma da atualidade vai nesta esteira: de fazer falar aquilo que não deixa de provocar – mais do que ecos – ressonâncias. A instituição não se furta de ocupar o espaço que sua história convoca no cenário das instituições de formação. A produção escrita do CEPdePA vem obedecendo a um ritmo e, agora, com seu 5º livro, faz transparecer esse lugar de cuidado, desvelo e deferência que merece uma publicação, fortalecendo a produção teórica e clínica na Psicanálise.
Contexto da obra
Na Psicologia, livros como este costumam interessar tanto pela formação quanto pela reflexão que propõem. “Edipo. Enigma da Atualidade”, de Meira Cláudia, publicado pela editora Sulina, em 2018 e com 311 páginas, integra a categoria Livros de Psicologia. Esse enquadramento ajuda a situar melhor a obra entre leitura acadêmica, interesse clínico e reflexão sobre experiência humana.
Editora: Sulina
Páginas: 311
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8520508294
ISBN13: 9788520508299
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,530
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,90
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora SULINA revela um compromisso com obras que exploram temas acadêmicos e culturais com profundidade e rigor, sem abrir mão de acessibilidade para públicos diversos. O catálogo privilegia textos que dialogam com áreas como educação, sociologia, filosofia, comunicação e artes, apresentando reflexões que transitam entre o rigor teórico e a aplicação prática, como em análises sobre música na educação, redes de pesquisa, ou a interface entre literatura e clínica filosófica. A narrativa costuma ser densa, com ritmo que varia entre o ensaístico e o didático, e o tom, em geral, é reflexivo, crítico e aberto a múltiplas interpretações. Há obras que adotam linguagem mais experimental e outras que privilegiam a clareza para facilitar o acesso a temas complexos, indicando uma diversidade editorial que atende tanto leitores acadêmicos quanto interessados em cultura e pensamento contemporâneo.
