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Edwiges - A santa libertária

Título: Edwiges - A santa libertária

Autor: Toninho Vaz

Sinopse: Santa Edwiges da Silésia (Andechs, Baviera, 1174 - Trebnitz, Silésia, atual Trzebnica, Polônia, 14 de outubro de 1243), nascida Edwiges de Andechs, é conhecida na Polônia pelo nome de Jadwiga Śląska. Depois da morte do marido e dos filhos, entrou para o mosteiro e dedicou-se a ajudar os carentes. Com seu próprio dinheiro, construiu hospitais, escolas, igrejas e conventos. Ganhou fama de protetora dos endividados por ajudar detentos da região, presos por não terem recursos pagar suas dívidas. Foi proclamada santa pela Igreja Católica em 1267. O dia 16 de outubro é dedicado a Santa Edwiges, popularmente conhecida como protetora dos pobres e endividados. Edwiges, a Santa Libertária, é o terceiro livro da coleção sobre Santos da Editora Objetiva, que busca contar a vida destes homens e mulheres especiais a partir de uma perspectiva humana. Já foram publicados Rita, a santa do impossível, de Juan Arias e Teresa, a santa apaixonada, de Rosa Amanda Strausz Conhecida como a santa dos endividados, Edwiges conta com muitos devotos no mundo todo. Neste livro do jornalista Toninho Vaz, o leitor vai descobrir quem era esta mulher obstinada, que lutou por uma vida mais justa na rígida sociedade medieval polonesa, e como ela se tornou uma guerreira da paz na Idade Média, sangrenta e bélica. Edwiges de Andech nasceu em 1174 no sul da Alemanha, mas ganhou fama na Polônia, por saldar as dívidas dos encarcerados, construir mosteiros, ajudar necessitados e doentes, e enfrentar diariamente um inferno familiar. Seus dois filhos disputaram cada palmo de terra até se tornarem inimigos mortais. Seu marido, Henrique I, foi morto e seu povo sofria com sucessivas guerras e invasões. Com sua narrativa fluente, Toninho Vaz nos revela toda a atmosfera da Baixa Idade Média, com seus burgos, cavaleiros e guerras. Para construir esta biografia, o autor teve acesso aos documentos das Acta Sanctorum, mais conhecidos como atas de canonização, escritos em 1300 e, portanto, muito próximo dos acontecimentos vividos pela duquesa de Andech.

Contexto da obra

Nas biografias, obras como esta costumam chamar atenção pelo encontro entre trajetória pessoal e contexto histórico. “Edwiges – A santa libertária”, de Toninho Vaz, publicado pela editora Objetiva, em 2005 e com 108 páginas, integra a categoria Livros de Biografias. Por isso, o livro tende a ganhar mais profundidade quando o leitor observa também o mundo que se desenha ao redor da trajetória narrada.

Editora: Objetiva

Páginas: 108

Ano: 2005

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 8573027096

ISBN13: 9788573027099

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Toninho Vaz conduz o leitor a um mergulho detalhado em trajetórias marcantes da cultura e história brasileiras, com foco em personagens que foram protagonistas de movimentos artísticos e sociais. A prosa se apresenta com ritmo envolvente, ora mais jornalístico, ora com nuances de narrativa biográfica, que privilegia a reconstrução cuidadosa de ambientes e personagens complexos. O tom é ao mesmo tempo íntimo e informativo, revelando tensões internas dos protagonistas e o contexto cultural que os envolve. Há um equilíbrio entre o relato factual e o resgate de atmosferas — desde a efervescência dos anos 1960 até o glamour de épocas passadas — que cria uma experiência de leitura rica em detalhes e nuances. Os livros de Toninho Vaz convidam a refletir sobre a relação entre arte, política e identidade, deixando no leitor a pergunta sobre como esses personagens moldaram e foram moldados por seu tempo.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora Objetiva proporcionam uma experiência de leitura que transita entre narrativas densas e reflexivas, com forte presença de temas históricos, psicológicos e culturais. O catálogo revela uma preferência por textos que exploram conflitos humanos profundos, como paixões intensas, dilemas morais e a complexidade das relações pessoais, muitas vezes ambientados em contextos históricos ou sociais marcantes. A linguagem costuma ser acessível, mas com rigor intelectual, equilibrando obras de caráter mais narrativo e outras com tom mais ensaístico ou biográfico. Há também espaço para a literatura de ficção com suspense e fantasia, que se contrapõe a títulos de não-ficção que abordam política, ciência e comportamento. Essa diversidade sugere um público leitor interessado em ampliar horizontes por meio de leituras que estimulam a reflexão e o conhecimento.

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