
Título: Eles Estao por Ai
Autor: Bianca Pinheiro
Sinopse: Um livro assombroso, insólito e de infinitos significados. Uma obra de arte do universo dos quadrinhos do Brasil. Num cenário que ora reconhecemos e ora parece pertencer a outra realidade, duas criaturas caminham rumo a um lugar. Durante essa jornada, encontram outras criaturas, envolvidas em seus afazeres, tarefas, angústias e dúvidas. A partir deste esqueleto enganosamente simples, Bianca Pinheiro e Greg Stella criaram um dos mais assombrosos quadrinhos brasileiros dos últimos anos. Jogando para o ar as convenções do gênero, os autores construíram uma comédia que é dramática, um mistério que não pede resposta, um cenário que não tem lugar. Eles estão por aí é um convite para uma viagem insólita, sem rumo definido e nem regras claras. A própria definição de uma grande obra de arte.
Contexto da obra
Nos mangás, HQs e quadrinhos, o contexto do livro costuma nascer do encontro entre imagem, ritmo e narrativa. “Eles Estao por Ai”, de Bianca Pinheiro, publicado pela editora Todavia, em 2018 e com 216 páginas, integra a categoria Mangás, Hqs e Quadrinhos. Na prática, isso ajuda a perceber melhor o papel da linguagem visual na experiência do livro.
Editora: Todavia
Páginas: 216
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8593828647
ISBN13: 9788593828645
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,170
- Altura (cm): 27,50
- Largura (cm): 20,50
- Espessura (cm): 1,40
Sobre a editora
Os livros da editora Todavia costumam apresentar narrativas densas e multifacetadas, que transitam entre a crônica social, o romance intimista e o ensaio político. A experiência de leitura frequentemente envolve um mergulho em contextos históricos e culturais complexos, com personagens que enfrentam dilemas pessoais em meio a tensões sociais ou políticas. O tom varia entre o sóbrio e o irônico, com uma linguagem que ora é direta e clara, ora poética e reflexiva, convidando o leitor a uma reflexão crítica sobre temas como memória, identidade, violência e desigualdade. O catálogo revela uma preocupação constante com a representação de vozes marginalizadas ou pouco conhecidas, seja por meio de relatos de resistência, seja pelo exame das estruturas sociais que moldam essas vidas.
