
Título: Elogio da Loucura
Autor: Erasmo de Rotterdam
Sinopse: Desde a sua publicação, no século XVI, Elogio da Loucura vem gerando diversas reações nos leitores, do entusiasmo à indiferença… e converteu-se em um ícone da história do Humanismo e da história cultural do Ocidente. Nesta crítica explícita aos racionalistas e escolásticos ortodoxos, Erasmo de Rotterdam – teólogo e humanista – enaltece a natureza humana em detrimento do homem como escravo da razão. Erasmo administra com ironia a interface entre os opostos Loucura e Sabedoria, e constrói um discurso satírico em que a Loucura ganha voz e desconstrói o papel atribuído à Sabedoria como base da razão. Uma pequena obra de alcance insondável, capaz de abalar as estruturas da Igreja e os detentores do poder desde a sociedade em que veio à luz.
Contexto da obra
Na área de Religião, livros como este costumam ser lidos em diálogo com tradição, formação e reflexão. “Elogio da Loucura”, de Erasmo de Rotterdam, publicado pela editora Edipro, em 2015 e com 168 páginas, integra a categoria Livros de Religião. Esse contexto costuma tornar mais claro o lugar do livro dentro de leituras religiosas mais amplas.
Editora: Edipro
Páginas: 168
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8572839003
ISBN13: 9788572839006
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,201
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
A experiência de leitura dos livros da editora Edipro revela um foco claro em obras densas e técnicas, voltadas principalmente para o campo do Direito e das ciências sociais aplicadas. O catálogo privilegia textos que combinam rigor acadêmico com atualizações legislativas, como manuais sobre legislação, compilações de normas jurídicas e análises aprofundadas de temas como direito penal, direito civil e filosofia do direito. A linguagem tende a ser formal e precisa, adequada a profissionais, estudantes e operadores do Direito, com obras que frequentemente apresentam notas explicativas, índices remissivos e atualizações legislativas recentes. Além disso, há espaço para clássicos da filosofia e da política, que dialogam com temas jurídicos e sociais, conferindo um tom reflexivo e histórico ao conjunto editorial.
