
Título: Elogio de La Sombra
Autor: Jorge Luis Borges
Sinopse: La vejez (tal es el nombre que otros le dan) / puede ser el tiempo de nuestra dicha. / El animal ha muerto o casi ha muerto./ Quedan el hombre y el alma.. Con estos versos Jorge Luis Borges inicia el poema Elogio de la sombra que da titulo a este volumen. En su prologo escribe: A los espejos, laberintos y espadas que ya preve mi resignado lector se han agregado dos temas nuevos: la vejez y la etica... Este libro reune las composiciones en prosa y en verso escritas entre 1967 y 1969. Su publicacion celebro los 70 anos del autor y tuvo una gran acogida entre el publico y la critica. Elogio de la sombra es la plenitud de Borges, su retorno a las cosas esenciales," escribio Felix Luna. A la edad que tiene Borges, cuando el animal ha muerto o casi ha muerto, queda de el lo mas importante, es decir, el espiritu puro y las raices. Entre estos dos limites extremos, su penumbra; esa sombra que 'se parece a la eternidad.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Elogio de La Sombra”, de Jorge Luis Borges, publicado pela editora Emece Editores, em 2005 e com 82 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Emece Editores
Páginas: 82
Ano: 2005
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9500427036
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Emece Editores apresentam uma variedade que transita entre narrativas históricas densas e histórias pessoais marcadas por emoções intensas. O catálogo sugere uma preferência por tramas que exploram conflitos humanos profundos, como amores desafiados por doenças ou contextos políticos turbulentos, além de biografias e relatos que resgatam figuras e épocas emblemáticas. Há obras com ritmo mais narrativo e envolvente, focadas em personagens e suas paixões, e outras com tom mais reflexivo e ensaístico, que convidam à meditação sobre temas como o tempo, a ética e a memória. A linguagem costuma ser elaborada, ora lírica, ora direta, sempre com atenção ao detalhe e à atmosfera.
