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Enforcados: O Índio em Sergipe

Título: Enforcados: O Índio em Sergipe

Autor: Ariosvaldo Figueiredo

Sinopse: "Dizem pessoas antigas que o nome de Enforcados, primitivo da Vila de Nossa Senhora das Dores, tem origem na seguinte lenda: Em tempos remotos consta terem sidos enforcados alguns gentios que habitavam na Freguesia, lugar de muito gentio". "Mais tarde indo alguns missionários pregar missão na Vila, substituíram o nome pelo de Nossa Senhora das Dores, sendo castigado com pena de excomunhão aquele que repetisse propositalmente o antigo nome" (Severiano Cardoso - Jornal "Estado de Sergipe", 13 a 31 de março de 1904). Lenda? Lenda, sim. A lenda faz parte das ideias dominantes. Lenda, para a cultura oficial, é aquilo que o povo vê, sabe, sofre e diz. Enforcados, mais que palavra, é símbolo. Mais que símbolo, é a história do índio, em Sergipe. Ariosvaldo Figueiredo é professor de Sociologia da Universidade Federal de Sergipe, assim como advogado e jornalista. É autor de várias obras, entre as quais "O Negro e a Violência do Branco" (José Álvaro Editor, Rio, 1977) e "Dialética do Sexo e do Amor" (José Álvaro Editor, Rio, 1975).

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Enforcados: O Índio em Sergipe”, de Ariosvaldo Figueiredo, publicado pela editora Paz e Terra, em 1981 e com 142 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Paz e Terra

Páginas: 142

Ano: 1981

Edição:

Linguagem: português

ISBN:

ISBN13:

    Sobre a editora

    Os livros da editora Paz e Terra costumam apresentar obras que exploram temas históricos, políticos e sociais com profundidade analítica e rigor documental. A experiência de leitura é marcada por textos que dialogam com a formação cultural e política, abordando desde revoluções e conflitos mundiais até reflexões sobre identidade nacional e processos educacionais. O tom varia entre o ensaístico e o narrativo, com obras que vão do relato histórico detalhado a análises críticas sobre democracia, economia e cultura. O catálogo sugere uma preocupação em conectar passado e presente, com um ritmo que privilegia o pensamento crítico e o entendimento dos processos sociais complexos.

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