
Título: Entre Marte e a Morte
Autor: Johansen Isabela
Sinopse: "Boas surpresas esperam pelo leitor neste "Entre Marte e a morte", livro de estreia de Isabela Johansen. A atmosfera dos anos 70 serve apenas de cenário (de muito bom gosto, por sinal), pois a cultura hippie não basta para dar resposta aos profundos questionamentos existenciais desta autora/personagem, vivendo em uma sociedade que acumula muito mais informações que a daquela época. Parte de sua filosofia de vida lembra ainda o dito de Maiakósvski, “melhor morrer de vodca que de tédio”, mas o questionamento de Deus passa acima do de Nietzche (“Deus está morto”), já que vivemos tempos mais científicos e tecnológicos, de menor ingerência da religião. O dito atual seria: “se Deus me critica, também devo criticá-lo”." - Filipe Moreau
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Entre Marte e a Morte”, de Johansen Isabela, publicado pela editora Laranja Original, em 2018 e com 112 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Laranja Original
Páginas: 112
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8592875412
ISBN13: 9788592875411
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,174
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 0,80
Sobre a editora
Os livros da editora Laranja Original costumam apresentar uma escrita que valoriza a poesia e a prosa com forte carga sensorial e reflexiva, muitas vezes explorando a memória, a identidade e a experiência íntima. A narrativa circula entre o lírico e o ensaístico, com textos que transitam entre o clássico e o contemporâneo, como nas obras que mesclam autoficção, crônica, poesia e investigação histórica. O catálogo sugere um interesse por vozes femininas e temas ligados à sensibilidade afetiva, além de um diálogo constante com a arte visual e a cultura brasileira. A leitura tende a ser densa, mas acessível, com ritmo que ora convida à contemplação, ora à inquietação, revelando uma diversidade que vai do relato pessoal à análise social.
