
Título: Era o hino lá de casa
Autor: Maria Climent
Sinopse: Marga chegou aos trinta sem saber muito bem como, questionando o rumo da própria vida com seu habitual e afiado cinismo. Solteira e trabalhando numa floricultura, sente falta ― embora jamais admita ― da calma da cidade onde cresceu, bem diferente de Barcelona. Sua irmã Remei parece ter seguido o roteiro esperado: é casada, tem um filho e um bom emprego. Mas vive às voltas com um casamento sufocante e o peso de uma infidelidade mal resolvida. Em busca de alívio, convida Marga para uma viagem a San Gimignano, vila toscana onde a mãe das duas recomeçou a vida. Erne, a mãe, é um enigma: passou anos em silêncio absoluto, até que, após a morte do marido, voltou a falar como se nada tivesse acontecido. Na Itália, segredos familiares vêm à tona, obrigando as irmãs a rever o passado ― e a si mesmas ― sob uma nova e inesperada luz. Uma história de mãe e irmãs, de traumas e de escolhas de vida, de humor e de amor.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Era o hino lá de casa”, de Maria Climent, publicado pela editora Ímã Editorial, em 2025 e com 248 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Ímã Editorial
Páginas: 248
Ano: 2025
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13: 9786586419450
Sobre a editora
Os livros da editora Ímã Editorial costumam explorar tensões sociais e humanas profundas, muitas vezes a partir de narrativas que desvendam conflitos pessoais em contextos históricos ou culturais específicos. A experiência de leitura é marcada por personagens que enfrentam dilemas intensos, como opressões familiares, raciais ou políticas, em ambientes que vão do cotidiano urbano a cenários distantes e simbólicos. O tom varia entre o literário e o documental, com obras que transitam entre o romance, a crônica e o relato histórico, revelando uma preferência por histórias que provocam reflexão sobre identidade, memória e resistência. O catálogo sugere uma diversidade que vai do intimismo onírico a relatos de confrontos sociais, com ritmo que pode ser tanto fluido e envolvente quanto tenso e urgente.
