
Título: Era Um Vento Muito Branco
Autor: Carlos Nejar
Sinopse: Nasce um vento muito branco. Assim que nasceu começou a voar. Carlos Nejar, uma das vozes mais representativas da nossa poesia contemporânea, também membro da Academia Brasileira de Letras, conta, liricamente, em versos, a trajetória de vida de Zão, nome dado pelo pai, o Vento Sul. Limites, obstáculos, treinos, exercícios, ensinamentos, erros, acertos, equilíbrio, objetivos, sonhos, família, escola, amigos, liberdade… O aprendizado da vida transformados pelas mãos do poeta em rimas, ritmo, aliterações, metáforas, sonoridade, associação de ideias e de imagens, uma expressiva e harmoniosa melodia para ser admirada e sentida pelo jovem leitor. – Voar/ era conhecer/ o equilíbrio/ da velocidade./ “A primeira vista./ é míope” – / ensina-lhe o pai, o Vento Sul./ – “A segunda vista é a que vê”. Da casa/ à escola,/ Zão/ em pés-de-vento/ crescia.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “Era Um Vento Muito Branco”, de Carlos Nejar, publicado pela editora Global Editora, em 2007 e com 32 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Global Editora
Páginas: 32
Ano: 2007
Edição: Literatura Brasileira
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8526012126
ISBN13: 9788526012127
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,150
- Altura (cm): 20,50
- Largura (cm): 25,50
- Espessura (cm): 0,20
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
