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ESCRAVIDÃO E DIREITO CÍVEL EM PITANGUI COLONIAL (1740 – 1799)

Título: ESCRAVIDÃO E DIREITO CÍVEL EM PITANGUI COLONIAL (1740 – 1799)

Autor: Ana Caroline Carvalho Miranda

Sinopse: A atual obra analisa o acesso à justiça pelas populações escrava e liberta na vila de Pitan-gui, durante o século XVIII. Por meio de ações cíveis de diversas tipologias iniciadas e respondidas por esses sujeitos, percebi os principais motivadores dos conflitos vivencia-dos, como eles se autointitulavam frente ao tribunal, bem como a forma de tratamento recebida por seus adversários, advogados e oficiais camarários. Compreendi, da mesma forma, o perfil dos escravizados e alforriados que se fizeram presentes nas petições, co-mo cor, naturalidade e gênero. O recorte temporal estabelecido compreende a data de 1740 até 1799 e foi escolhido em virtude de ser o período de maior produção das de-mandas para a localidade. A escolha da localidade se justifica devido à importância de Pitangui no cenário econômico do século XVIII, tendo sido um dos principais núcleos de abastecimento alimentício da Capitania de Minas Gerais e por ter como base produti-va, além da atividade mineradora, a agropecuária. A região também ficou conhecida pelos vários conflitos políticos desencadeados entre a população e a coroa, surgidos desde os primórdios de sua ocupação. À luz da Teoria dos Sistemas de Niklas Luhmann, entendo que as ações desses indivíduos contribuíram para a construção das noções de justiça, para a aplicação e reconfiguração do Direito na vila de Pitangui e, consequente-mente, para a remodelação dos quadros jurídicos gerais da América Portuguesa, por meio dinâmica da vivência cotidiana e da participação destes segmentos no aparato bu-rocrático e nos tribunais. O sistema jurídico e a sociedade mantinham uma relação dinâ-mica e interdependente, por isso, o sistema abria-se para acolher às demandas dos escra-vizados e dos manumitidos e fechava-se para manter a sua operacionalidade, estabilida-de e autoridade.

Contexto da obra

No campo jurídico, livros como este costumam ocupar um lugar importante entre estudo, consulta e formação. “ESCRAVIDÃO E DIREITO CÍVEL EM PITANGUI COLONIAL (1740 – 1799)”, de Ana Caroline Carvalho Miranda, publicado pela editora Appris Editora, em 2024 e com 252 páginas, integra a categoria Livros de Direito. Isso costuma ajudar a entender o lugar da obra entre livros de apoio, formação e referência jurídica.

Editora: Appris Editora

Páginas: 252

Ano: 2024

Edição: 1

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 6525058619

ISBN13: 9786525058610

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,352
  • Altura (cm): 23,00
  • Largura (cm): 16,00
  • Espessura (cm): 2,00

Sobre a editora

Os livros da editora Appris Editora apresentam um olhar atento a temas contemporâneos e questões sociais, educacionais e culturais, com textos que transitam entre análises teóricas e relatos práticos. A experiência de leitura frequentemente envolve reflexões críticas sobre educação, saúde, direitos humanos e práticas profissionais, com uma linguagem que varia entre o acessível e o acadêmico, sempre com densidade conceitual. O catálogo indica uma preocupação com a formação de sujeitos em contextos diversos, desde a infância até a vida adulta, e com temas que dialogam com políticas públicas, inovação e práticas interdisciplinares. Há obras que exploram desde o ensino formal e suas metodologias até debates sobre sexualidade, envelhecimento, cultura e memória, revelando um perfil editorial que privilegia o aprofundamento e a problematização social.

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