
Título: Escritura Urbana (debates, #225)
Autor: Eduardo de Oliveira Elias
Sinopse: O desenho urbano – da expressão ao fato – é estudado neste trabalho, na perspectiva de sua caracterização intersemiótica. Mapeando possíveis estatutos científico-filosóficos a partir dos quais se erigem teoria e prática desse desenho, através do desvendamento das estruturas de montagem e das funções de linguagem que pode desempenhar, as organizações espácio-ambientais urbanas são aqui examinadas como Escritura. Evidenciando o múltiplo entrecruzamento de códigos – arte, ciência, ideologia – no fazer urbano, o estudo de Eduardo de Oliveira Elias, pondo em foco o trânsito das “contradições” natureza x cultura neste fazer, assinala de maneira original, os índices noológicos que enformam e informam tal Escritura. Perquirida nas instâncias da modernidade e pós-modernidade, a Escritura Urbana: Invasão da Forma, Evasão do Sentido é obra de grande interesse e utilidade – já por sua compreensão e análise interdisciplinares do fenômeno com o qual opera – seja nas áreas de arquitetura, seja no urbanismo, nas comunicações e nas artes sob à ótica de urgentes indagações.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Escritura Urbana (debates, #225)”, de Eduardo de Oliveira Elias, publicado pela editora Perspectiva, em 1989 e com 150 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Perspectiva
Páginas: 150
Ano: 1989
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 8527300168
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Perspectiva costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e profundidade reflexiva, com foco em temas como filosofia, história, artes e ciências sociais. O catálogo privilegia obras que exploram a cultura, a política e a religião sob perspectivas históricas e críticas, muitas vezes atravessadas por análises detalhadas e linguagem densa, mas acessível. Há um equilíbrio entre textos ensaísticos, estudos históricos e biográficos, e abordagens fenomenológicas ou semióticas, que convidam o leitor a um envolvimento intelectual prolongado. O tom, em geral, é sério e contemplativo, com ritmo que privilegia a reflexão mais do que a narrativa rápida.
