
Título: ESPÍRITO NA CARNE - VISÃO
Autor: Gûlval Auridan Júnior
Sinopse: Quando o lampejo intenso de um sopro genial acomete-nos a alma, eis que devemos refletir (sobre) o brilho de nossa criação: nós, seres tecidos de nós, divinos humanos — asas do nada; raízes do todo. “Espírito na Carne”, primeiro livro solo do poeta brasileiro Gûlval Auridan Júnior, revela-nos sonhos e lágrimas e mistérios insondáveis de um lavrador dos amores não vividos. Os textos intitulados ou não “Devas” imaterializam luz. Ousado e finge-dor, o autor exala em poemas distintos estilos de produção textual. Linhas livres cintilam inquietudes como fantasmas. Soam seus versos sentidos diversos. Eus criativos louvam os elementos que lhes perfazem a energia que são e o corpo em que estão. Boa leitura, mera carne. Lampeje-se o espírito. Rodrigo Mergulhão revisor e escritor amigo
Contexto da obra
Na poesia, um livro como este costuma pedir um olhar mais atento para linguagem, ritmo e imagem. “ESPÍRITO NA CARNE – VISÃO”, de Gûlval Auridan Júnior, publicado pela editora Poesia Impossível, em 2022 e com 72 páginas, integra a categoria Livros de Poesia. Na prática, a força do livro muitas vezes aparece no modo como ele faz a linguagem trabalhar.
Editora: Poesia Impossível
Páginas: 72
Ano: 2022
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 9893729653
ISBN13: 9789893729656
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,072
- Altura (cm): 22,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 0,70
Sobre a editora
Os livros da editora Poesia Impossível convidam o leitor a uma imersão em experiências poéticas marcadas pela reflexão íntima e pela conexão com emoções humanas complexas. A leitura costuma ser contemplativa, com ritmo que varia entre o delicado e o intenso, explorando temas como amor, memória, cidade e existência. As obras frequentemente apresentam narrativas em versos que mesclam o pessoal e o coletivo, ora com um tom mais introspectivo, ora com uma visão que dialoga com o mundo ao redor. O catálogo revela uma poesia que se constrói tanto no silêncio da alma quanto na efervescência das transformações cotidianas, com linguagem acessível, mas carregada de significados.
