
Título: Estado e capital em István Mészáros
Autor: Danielle Cristine Ribeiro
Sinopse: O objetivo deste livro é tentar compreender o papel do Estado moderno no interior do sistema sociometabólico do capital, a partir das propostas de István Mészáros, contidas especialmente no livro Para além do capital: rumo a uma teoria da transição, obra de maior envergadura deste filósofo húngaro profundamente influenciado por Marx, Lukács e Rosa Luxemburgo, e considerada a análise mais ousada contra o capital e suas formas de controle social. Para Mészáros, o Estado é parte constitutiva da base material da sociedade, e complementa o sistema de produção enquanto estrutura de comando político, capaz de articular sua própria superestrutura legal e política. Assim, pode desempenhar melhor o papel vital de assegurar e salvaguardar as condições gerais de expansão e acumulação do sistema capitalista. De acordo com a autora, envolvendo-se diretamente na produção e na reprodução do capital, cabe também ao Estado reforçar a dominação do capital sobre as forças antagônicas que poderiam desafiá-lo. Nesse papel, corporifica o imperativo de garantir e proteger as condições de separação entre propriedade e produtores, reforçando a relação de alienação ao assegurar as condições para a subordinação estrutural-hierárquica do trabalho ao capital.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Estado e capital em István Mészáros”, de Danielle Cristine Ribeiro, publicado pela editora Cultura Acadêmica, em 2014 e com 128 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Cultura Acadêmica
Páginas: 128
Ano: 2014
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788579835742
Sobre a editora
Os livros da editora CULTURA ACADEMICA trazem uma leitura que combina rigor acadêmico com temas sociais e culturais relevantes para o Brasil contemporâneo. O catálogo privilegia obras que abordam conflitos sociais, como disputas agrárias e violência de gênero, e investiga as relações entre mídia, comunicação e poder. A linguagem tende a ser densa e analítica, com textos que dialogam com teorias críticas e estudos interdisciplinares. Há também espaço para reflexões sobre educação, filosofia e produção artística, sempre com um olhar que valoriza a contextualização histórica e social. O ritmo das obras varia entre análises detalhadas e ensaios coletivos, que promovem múltiplas perspectivas.
