
Título: Estética da Contradição
Autor: João Ricardo Moderno
Sinopse: João Ricardo Moderno, autor deste livro fascinante, escrito em português claro e elegante, procura resolver um velho problema, sem cessar sujeito à renovação, cujas raízes ontológicas mergulham no eleatismo, e que se resume à harmonização dos contrários irredutíveis. Trata-se, portanto, de definir uma contradição ao segundo grau, resolvida ao nível da arte. Sem queimar qualquer etapa histórica, Moderno termina com a interpretação do princípio do terceiro incluso na filosofia de Adorno. Original sob muitos pontos de vista, Estética da Contradição é muito importante tanto para os filósofos quanto para os artistas em sua atividade criadora.Evanghelos Moutsopoulos, ex-presidente da Academia de Atenas, reitor honorário da Universidade de Atenas, membro correspondente da Academia Brasileira de Filosofia e do Institut de France.
Contexto da obra
Na Filosofia, obras como esta costumam ganhar força pela densidade das ideias e pelo tipo de reflexão que propõem. “Estética da Contradição”, de João Ricardo Moderno, publicado pela editora Perspectiva, em 2000 e com 400 páginas, integra a categoria Livros de Filosofia. Por isso, o contexto da obra costuma dizer bastante sobre a maneira mais produtiva de lê-la.
Editora: Perspectiva
Páginas: 400
Ano: 2000
Edição: Filosofia
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8527309823
ISBN13: 9788527309820
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,422
- Altura (cm): 22,50
- Largura (cm): 12,50
- Espessura (cm): 2,00
Sobre a editora
Os livros da editora Perspectiva costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e profundidade reflexiva, com foco em temas como filosofia, história, artes e ciências sociais. O catálogo privilegia obras que exploram a cultura, a política e a religião sob perspectivas históricas e críticas, muitas vezes atravessadas por análises detalhadas e linguagem densa, mas acessível. Há um equilíbrio entre textos ensaísticos, estudos históricos e biográficos, e abordagens fenomenológicas ou semióticas, que convidam o leitor a um envolvimento intelectual prolongado. O tom, em geral, é sério e contemplativo, com ritmo que privilegia a reflexão mais do que a narrativa rápida.
