
Título: Eu-Universitário. Formas de Subjetividade
Autor: Ivoni de Souza Fernandes
Sinopse: A investigação que o leitor tem em mãos estuda o sentido atribuído pelos jovens estudantes à sua formação universitária, e vem romper com o senso comum que rotineiramente associa jovem/juventude a problemas/dificuldades. A análise desses jovens em suas relações consigo mesmos, com pares, família, universidade e sociedade é pautada pelos pressupostos teórico-metodológicos da psicologia sócio-histórica de Vygotsky, fundamentada na perspectiva do materialismo histórico-dialético e compreendida em seu funcionamento psicológico à luz de sua gênese e evolução. Com os instrumentos apresentadas neste livro, acadêmicos e pesquisadores poderão conseguir maior aprofundamento na pesquisa, que é o objetivo central do ensino e da aprendizagem na universidade, lembrando que a juventude é uma qualidade, e não uma questão de circunstância. Por isso, apesar de nem sempre podermos construir o futuro para nossa juventude, ainda podemos construir nossa juventude para o futuro. Para um mundo melhor, porque é possível. Possível porque mediado pela ótica e pela participação juvenil, tanto numa dimensão estética quanto ética.
Contexto da obra
Na área de Educação, obras como esta costumam dialogar de perto com ensino, aprendizagem e prática pedagógica. “Eu-Universitário. Formas de Subjetividade”, de Ivoni de Souza Fernandes, publicado pela editora Appris Editora, em 2017 e com 199 páginas, integra a categoria Livros de Educação. Na prática, isso torna mais clara a utilidade do livro dentro de contextos de ensino, aprendizagem e formação docente.
Editora: Appris Editora
Páginas: 199
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8547305998
ISBN13: 9788547305994
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,200
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,80
- Espessura (cm): 1,20
Sobre a editora
Os livros da editora Appris Editora apresentam um olhar atento a temas contemporâneos e questões sociais, educacionais e culturais, com textos que transitam entre análises teóricas e relatos práticos. A experiência de leitura frequentemente envolve reflexões críticas sobre educação, saúde, direitos humanos e práticas profissionais, com uma linguagem que varia entre o acessível e o acadêmico, sempre com densidade conceitual. O catálogo indica uma preocupação com a formação de sujeitos em contextos diversos, desde a infância até a vida adulta, e com temas que dialogam com políticas públicas, inovação e práticas interdisciplinares. Há obras que exploram desde o ensino formal e suas metodologias até debates sobre sexualidade, envelhecimento, cultura e memória, revelando um perfil editorial que privilegia o aprofundamento e a problematização social.
