
Título: Exegese Dos Lugares-comuns
Autor: Léon Bloy
Sinopse: Esta obra, publicada em 1901, tem o objetivo explícito de sacudir os chavões que resumem a filosofia ponderada, relativista e transigente da burguesia. O pensamento burguês é explicado, contestado e examinado em minúcias. O resultado é a devastação completa do seu suposto “bom-senso”. Os lugares comuns que justificam um estilo de vida materialista, pusilânime e convencional não resistem ao exame crítico e ao raciocínio afiado de Léon Bloy. Este é um livro que se ergue contra a estreiteza mental dos homens práticos que odeiam as artes, o conhecimento e a vida do espírito. León Bloy (1846-1917) foi um romancista e ensaísta francês, grande prosador, considerado um dos maiores polemistas do seu tempo. Entre suas principais obras estão os romances Le Désespéré (1887) e La Femme pauvre (1897); além de dezenas de ensaios sobre temas culturais e religiosos.
Contexto da obra
Na área de Religião, livros como este costumam ser lidos em diálogo com tradição, formação e reflexão. “Exegese Dos Lugares-comuns”, de Léon Bloy, publicado pela editora Danúbio, em 2019 e com 248 páginas, integra a categoria Livros de Religião. Esse contexto costuma tornar mais claro o lugar do livro dentro de leituras religiosas mais amplas.
Editora: Danúbio
Páginas: 248
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8567801214
ISBN13: 9788567801216
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,376
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,30
Sobre a editora
Os livros da editora Danúbio apresentam uma leitura que transita entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram famílias e suas tensões em contextos históricos brasileiros, como o litoral catarinense dos anos 1990 ou o Rio de Janeiro dos anos 1920. O catálogo inclui obras que mesclam romance de formação, regionalismo e estudos culturais, além de ensaios filosóficos e políticos que questionam valores e ideologias contemporâneas. O tom varia do melancólico ao leve e humorístico, com ritmo que ora privilegia o detalhamento psicológico, ora a crítica social direta. A diversidade editorial sugere um equilíbrio entre narrativas mais narrativas e outras de caráter mais informativo ou ensaístico, atendendo a leitores interessados em reflexões sobre sociedade, história e estética.
