
Título: O Estado Servil
Autor: Hilaire Belloc
Sinopse: O Estado Servil é um livro escrito por Hilaire Belloc, em 1912, sobre economia. Apesar de mencionar a teoria do Distributivismo, pela qual o autor e seu amigo G. K. Chesterton tornaram-se famosos, a obra evita defender explicitamente este sistema econômico. O livro delineia a versão de Belloc da história econômica da Europa: começando na Antiguidade, quando a escravidão era um pilar do sistema produtivo, seguindo através da economia medieval, baseada na servidão e na trabalho agrário, até chegar ao capitalismo moderno. O autor argumenta que o desenvolvimento do capitalismo na Inglaterra, tal qual ele o define, não foi uma consequência natural da Revolução Industrial, mas o produto da dissolução da antiga organização econômica baseada nos mosteiros medievais. O economista austríaco Friedrich Hayek considerava O Estado Servil uma obra sumamente importante, e tomou-a como referência na escrita do seu clássico “O Caminho da Servidão”.
Contexto da obra
Na História, livros como este costumam ser lidos como forma de ampliar contexto, memória e compreensão de processos. “O Estado Servil”, de Hilaire Belloc, publicado pela editora Danúbio, em 2017 e com 180 páginas, integra a categoria Livros de História. Esse contexto ajuda a tornar mais clara a proposta histórica da obra e o tipo de leitura que ela convida a fazer.
Editora: Danúbio
Páginas: 180
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8567801117
ISBN13: 9788567801117
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,218
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Danúbio apresentam uma leitura que transita entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram famílias e suas tensões em contextos históricos brasileiros, como o litoral catarinense dos anos 1990 ou o Rio de Janeiro dos anos 1920. O catálogo inclui obras que mesclam romance de formação, regionalismo e estudos culturais, além de ensaios filosóficos e políticos que questionam valores e ideologias contemporâneas. O tom varia do melancólico ao leve e humorístico, com ritmo que ora privilegia o detalhamento psicológico, ora a crítica social direta. A diversidade editorial sugere um equilíbrio entre narrativas mais narrativas e outras de caráter mais informativo ou ensaístico, atendendo a leitores interessados em reflexões sobre sociedade, história e estética.
