
Título: Facécias. Contos Populares Divertidos
Autor: Luís da Câmara Cascudo
Sinopse: Como incansável descobridor das coisas do Brasil, Câmara Cascudo, folclorista e pesquisador de nossa cultura popular, sempre quis saber a história de tudo Jamais abandonei o caminho que leva ao encantamento do passado e, através de sua obra, possibilitou-nos também esse conhecimento. Facécias reúne várias histórias, colhidas de contadores do Nordeste de nosso país. Nelas, passeiam caboclos, padres, estudantes, maridos, mulheres, irmãs, meninos, personagens simples do cotidiano vivendo situações estranhas, engraçadas, que chamam a nossa atenção, que ensinam, que causam estranheza, que alegram, que falam da nossa gente, que falam de gente. “O menino e o burrinho”, “O caboclo e o sol”, “O homem que pôs um ovo!”, “O caboclo, o padre e o estudante”, entre outras, são algumas dessas histórias. Colocar a criança em contato com elas permite que ela descubra novas realidades, novas maneiras de ver a vida, novas leituras do cotidiano.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “Facécias. Contos Populares Divertidos”, de Luís da Câmara Cascudo, publicado pela editora Global Editora, em 2006 e com 24 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Global Editora
Páginas: 24
Ano: 2006
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8526008706
ISBN13: 9788526008700
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,180
- Altura (cm): 28,00
- Largura (cm): 23,00
- Espessura (cm): 0,10
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
