
Título: Faceless Killers: Kurt Wallander, Book 1
Autor: Henning Mankell
Sinopse: First in the Kurt Wallander series. It was a senselessly violent crime: on a cold night in a remote Swedish farmhouse an elderly farmer is bludgeoned to death, and his wife is left to die with a noose around her neck. And as if this didn't present enough problems for the Ystad police Inspector Kurt Wallander, the dying woman's last word is foreign, leaving the police the one tangible clue they have–and in the process, the match that could inflame Sweden's already smoldering anti-immigrant sentiments. Unlike the situation with his ex-wife, his estranged daughter, or the beautiful but married young prosecuter who has peaked his interest, in this case, Wallander finds a problem he can handle. He quickly becomes obsessed with solving the crime before the already tense situation explodes, but soon comes to realize that it will require all his reserves of energy and dedication to solve.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Faceless Killers: Kurt Wallander, Book 1”, de Henning Mankell, publicado pela editora Vintage, em 2011 e com 400 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Vintage
Páginas: 400
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 0307742857
ISBN13: 9780307742858
Sobre a editora
Os livros da editora Vintage oferecem uma experiência de leitura que mescla narrativas densas e personagens complexos, muitas vezes ambientados em contextos históricos ou sociais marcantes. As sinopses sugerem um catálogo que transita entre o romance contemporâneo com temas de identidade e trauma, thrillers de investigação ambientados em ambientes de elite, e obras que exploram questões políticas e culturais profundas. O tom varia do intimista e reflexivo ao tenso e cheio de reviravoltas, com uma linguagem que pode ser tanto lírica quanto direta, dependendo do foco narrativo. Vintage parece privilegiar histórias que provocam reflexão sobre o indivíduo em seu meio social, com atenção a conflitos internos e externos, e que frequentemente apresentam uma ambientação rica em detalhes, seja em cidades modernas, sociedades históricas ou realidades políticas complexas.
