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La Leona Blanca

Título: La Leona Blanca

Autor: Henning Mankell

Sinopse: El hallazgo del cadaver de una joven agente inmobiliaria, asesinada brutalmente sin ningun motivo aparente, supone para Wallander un descenso a los infiernos mucho mas largo y profundo de lo que nunca hubiera imaginado al iniciarse un caso. Y esta vez, ademas, se trata de una conspiracion internacional detras de la cual se encuentra una organizacion de extrema derecha. Esta, decidida a dinamitar el proceso antiapartheid en la lejana Sudafrica, ha contratado a un asesino a sueldo, quien, con la ayuda de un antiguo agente de la KGB, planea atentar contra un importante dirigente muy cerca de donde Wallander investiga. Acosado por sus persistentes problemas personales, el inspector entrara en una espiral de suspense cada vez mas vertiginoso. / Like his countrymen Maj Sjowall and Per Wahloo, Mankell writes mysteries that connect crimes in Sweden to the rest of the world. Faceless Killers (1997), the first of his books about provincial police inspector Kurt Wallender to appear here, involved Turkish immigrants and Eastern European villains. This novel, written in 1993, links the murder of a real estate agent in Wallender's town of Ystad to South Africa, where Nelson Mandela has just been released from prison, and to Russia, where the KGB is busy planning Mandela's fate. Wallender is a classically dour but dedicated policeman whose progress through his cases is a combination of hard slogging and lucky breaks. But several factors render this effort less compelling than its predecessor. The first is the Day of the Jackal syndrome: we know that Mandela wasn't killed by KGB agents or white Afrikaner terrorists, and that knowledge makes the suspense writer's job even harder. Second is the book's length?560 pages is a long haul, even with three exotic settings and dozens of important characters. Third might be Thompson's translation, which?unlike Steven T. Murray's work on Faceless Killers?often seems excessively deadpan. But Wallender is still a solid character, whose strengths and weaknesses are utterly credible, and Mankell (who now lives in Mozambique) knows how to make the most of his virtues. Reed Business Information

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “La Leona Blanca”, de Henning Mankell, publicado pela editora TusQuets, em 2005 e com 502 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: TusQuets

Páginas: 502

Ano: 2005

Edição:

Linguagem: pt_BR

ISBN: 9789871210039

ISBN13: 9789871210039

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Henning Mankell é marcada por uma atmosfera densa e muitas vezes melancólica, onde o ritmo oscila entre a urgência dos crimes e momentos de introspecção profunda. Seus personagens, especialmente o inspetor Kurt Wallander, são construídos com uma complexidade emocional que revela dúvidas, fragilidades e uma persistente busca por justiça, mesmo diante de forças que parecem sempre um passo à frente. A prosa é direta, porém carregada de detalhes que evocam um cenário nórdico frio e por vezes hostil, criando um contraste entre o ambiente externo e os conflitos internos dos protagonistas. A tensão narrativa se apoia em tramas que misturam crimes cotidianos a conspirações políticas, explorando temas como racismo, extremismo e o peso do passado. Essa combinação convida o leitor a refletir sobre a condição humana e o impacto do contexto social nas escolhas individuais.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora Tusquets convidam o leitor a navegar por narrativas que equilibram humor e crítica social, como em distopias tecnológicas, e também a mergulhar em textos densos e meticulosos, como peças dramáticas com forte carga cultural regional. O catálogo revela uma preferência por obras que exploram conflitos internos e sociais, seja por meio de personagens complexos ou ambientes carregados de tensão e atmosfera. A linguagem costuma ser cuidadosa, ora lírica, ora direta, com ritmo que varia entre o envolvimento emocional e a reflexão crítica. Em muitos títulos, há um interesse em temas como memória, identidade, relações de poder e a complexidade das interações humanas, sempre com um olhar atento às contradições da condição humana.

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