
Título: Faz escuro mas eu canto, Thiago de Mello
Autor: Thiago de Mello
Sinopse: Faz escuro mas eu canto, livro de poemas de Thiago de Mello publicado em 1965, é sempre lembrado por seu autor como seu livro mais querido. Quem conhece Thiago ou já teve a oportunidade vê-lo falar, percebe logo de pronto como sua postura generosa no que diz respeito a tudo que a vida lhe proporciona marca a vivacidade das imagens e sentimentos evocados em seus poemas. Com a instalação da ditadura militar no Brasil em 1964, os ventos para Thiago não foram nada favoráveis. Na ocasião em que esteve preso, deparou-se com um de seus versos escritos na cela: “Faz escuro mas eu canto/ Porque a manhã vai chegar”. Era o sinal de que sua luta incessante pelo respeito à vida humana encontrava eco e precisava ser levada adiante.A presente edição de Faz escuro mas eu canto traz carinhoso depoimento de Pablo Neruda, de quem o poeta se tornaria amigo e com quem compartilharia momentos de alegria e de tensão durante o período em que esteve exilado no Chile. Escritos em um momento em que o Brasil atravessava tempos sombrios, os poemas do livro são tingidos por um sopro renovador que encanta e acalenta o coração inquieto da humanidade.
Contexto da obra
Na poesia, um livro como este costuma pedir um olhar mais atento para linguagem, ritmo e imagem. “Faz escuro mas eu canto, Thiago de Mello”, de Thiago de Mello, publicado pela editora Global Editora, em 2017 e com 96 páginas, integra a categoria Livros de Poesia. Na prática, a força do livro muitas vezes aparece no modo como ele faz a linguagem trabalhar.
Editora: Global Editora
Páginas: 96
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8526023624
ISBN13: 9788526023628
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,160
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 0,50
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
