
Título: Febem, Família e Identidade
Autor: Marin Kahn
Sinopse: Há 20 anos Isabel da Silva Kahn Marin dedica-se ao trabalho na área da infância em um recorte que prioriza o pensar e o fazer em relação àquelas crianças que vivem alguma condição de vulnerabilidade - o abandono, a vitimização, a privação temporária ou permanente do convívio familiar, a institucionalização provisória ou não. Quando este livro surgiu em 1988, já refleti a o percurso da autora como trabalhadora da área - pesquisando, orientando a prática, formando profissionais dentro e fora da universidade, através de uma ética de compromisso com os direitos da criança à infância e do uso de um saber psicanalítico que denuncia a existência destas crianças ''''em perigo'''' como sintoma social. A obra continua atual. Os fragmentos das histórias de Ana, Mauro e Cássia, relatados no livro, se atualizam em outras biografias semelhantes.As reflexões da autora se constituem subsídios para a prática dos profissionais da área psi e de outras especialidades que tenham ou pretendam uma ação junto a estas crianças que podem ter como horizonte inúmeras possibilidades de existência.
Contexto da obra
Nas Ciências Políticas, livros como este costumam dialogar com instituições, ideias e vida pública. “Febem, Família e Identidade”, de Marin Kahn, publicado pela editora Editora Escuta, em 2010 e com 136 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Políticas. Esse enquadramento ajuda o leitor a perceber melhor a natureza analítica da obra e seu lugar no debate político.
Editora: Editora Escuta
Páginas: 136
Ano: 2010
Edição: 2
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8571371431
ISBN13: 9788571371439
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,169
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 0,50
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Escuta convidam o leitor a um mergulho profundo no campo da psicanálise, da filosofia e das artes, com textos que exploram tanto a teoria quanto a prática clínica contemporânea. A experiência de leitura é marcada por um tom reflexivo e denso, que privilegia o diálogo entre conceitos clássicos e questões atuais, muitas vezes atravessadas por temas como subjetividade, cultura, e a complexidade das relações humanas. O catálogo sugere obras que transitam entre o ensaio teórico, a análise clínica e a crítica cultural, com narrativas que exigem atenção e envolvimento do leitor. Há uma predominância de textos que abordam a psicanálise sob diferentes perspectivas, ora mais conceituais, ora mais aplicadas, o que revela uma diversidade em ritmo e densidade, mas sempre com um foco na escuta e na compreensão do sujeito.
