
Título: FEMINISMO COMO METÁFORA
Autor: Nayara Barros de Sousa
Sinopse: O livro Feminismo como metáfora: autocriação e política tem por objetivo apresentar um breve resgate do histórico dos feminismos que alimentaram a discussão feita no âmbito do neopragmatismo, especialmente no que diz respeito à tradição estadunidense. A sedutora proposta de Richard Rorty a respeito do clube de profetizas é apresentada, destacando a importância das posições de autoras como Catharine MacKinnon. Como é de praxe na filosofia, críticas se seguiram enriquecendo a discussão, como as de Sabina Lovibond e de Nancy Fraser (uma das construtoras do movimento mundial 8M) ao conteúdo de Tanner Lectures de Rorty. São também desenvolvidas algumas das possibilidades que residem especialmente na ideia da criação poética, que resultaria num possível caminho para a autocriação da mulher. Por fim, foi incluído um tópico para reflexão sobre a criação poética de Emily Dickinson e Adrienne Rich, como modelos potentes para se pensar a sugestão do redescrito por Rorty. A autocriação, a poesia e a redescrição surgem como algumas das metáforas utilizadas que enriqueceram o diálogo com o feminismo, interessantes até hoje, passados quase 30 anos da elaboração dos principais argumentos do debate.
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “FEMINISMO COMO METÁFORA”, de Nayara Barros de Sousa, publicado pela editora Appris Editora, em 2021 e com 137 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: Appris Editora
Páginas: 137
Ano: 2021
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 655820097X
ISBN13: 9786558200970
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,187
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,80
- Espessura (cm): 0,90
Sobre a editora
Os livros da editora Appris Editora apresentam um olhar atento a temas contemporâneos e questões sociais, educacionais e culturais, com textos que transitam entre análises teóricas e relatos práticos. A experiência de leitura frequentemente envolve reflexões críticas sobre educação, saúde, direitos humanos e práticas profissionais, com uma linguagem que varia entre o acessível e o acadêmico, sempre com densidade conceitual. O catálogo indica uma preocupação com a formação de sujeitos em contextos diversos, desde a infância até a vida adulta, e com temas que dialogam com políticas públicas, inovação e práticas interdisciplinares. Há obras que exploram desde o ensino formal e suas metodologias até debates sobre sexualidade, envelhecimento, cultura e memória, revelando um perfil editorial que privilegia o aprofundamento e a problematização social.
