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Festa na usina nuclear

Título: Festa na usina nuclear

Autor: Rafael Sperling

Sinopse: Nos vinte e cinco contos que compõem Festa na usina Nuclear, livro de estreia de Rafael Sperling, o leitor encontrará um mundo que, à primeira vista, pode parecer familiar. No entan…to, ao percorrer algumas linhas, será tragado por uma sensação de estranheza. São estranhos os espaços construídos por Sperling, estranhos seus personagens, suas dicções, seus nomes próprios, suas ações desconexas e, quase sempre, injustificadas… Tudo tão inverossímil, mas ao mesmo tempo tão crível, tão risível e tão grave… A potência do livro está justamente nessa narrativa de vaivéns entre o que pode ser reconhecido e o que é desconhecido, na destreza com que Rafael Sperling converte o que seria impossível no mundo real, em possibilidades e caminhos para escrita. Ou — melhor dizendo — na forma com que instaura, através de uma escrita cheia de humor, ironia e violência, novas possibilidades do “real”.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Festa na usina nuclear”, de Rafael Sperling, publicado pela editora Oito e Meio, em 2011 e com 120 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Oito e Meio

Páginas: 120

Ano: 2011

Edição:

Linguagem: português

ISBN:

ISBN13: 9788563883025

    Sobre a editora

    Os livros da editora Oito e Meio costumam explorar territórios literários densos, onde a linguagem é trabalhada com cuidado e inventividade, seja em narrativas que misturam contos e romances ou em textos que transitam entre o poético e o político. O catálogo privilegia histórias que abordam conflitos sociais profundos, como desigualdade e violência, mas também o cotidiano íntimo e as tensões das relações humanas, especialmente sob perspectivas femininas e urbanas. A leitura frequentemente exige atenção ao ritmo e ao tom, que podem variar do humor ácido ao lirismo melancólico, passando por um humor negro e por experimentações formais que desafiam o leitor. A presença de narradores que se deslocam entre o real e o surreal, ou que adotam vozes fragmentadas e polifônicas, é recorrente, criando uma experiência de leitura que combina inquietação e reflexão.

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