
Título: Filemom: Bíblia
Autor: Paulo
Sinopse: Filemom era um cristão que, provavelmente, fizesse parte da igreja de Colossos. Onésimo, que era escravo de Filemom, tinha fugido do seu dono. Não se sabe como ele chegou a conhecer o apóstolo Paulo, mas o certo é que se converteu ouvindo a mensagem do evangelho anunciada pelo apóstolo, que estava na cadeia. Paulo resolveu que Onésimo deveria voltar para o seu dono e por isso escreveu a Carta a Filemom, a fim de lhe fazer um apelo para que recebesse Onésimo de volta, não somente como escravo, mas também como um querido irmão em Cristo. Parece que a Carta aos Colossenses e a Carta a Filemom foram escritas na mesma época e que as duas foram entregues pelo próprio Onésimo. Esta pequena carta é um belo exemplo de carinho e boa educação. Paulo não discute os direitos que as leis daquele tempo davam ao dono de um escravo. Para resolver essa questão de um escravo fugido, Paulo aplica a mais alta lei que existe, a lei do amor cristão.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Filemom: Bíblia”, de Paulo, publicado pela editora SBB, em 2000 e com 2 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: SBB
Páginas: 2
Ano: 2000
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
A experiência de leitura dos livros da editora SBB é marcada por uma forte presença da Bíblia Sagrada em suas diversas versões e traduções, com foco tanto em textos clássicos quanto em linguagem acessível para diferentes públicos. O catálogo traz desde edições com linguagem erudita e formal até obras ilustradas e interativas para crianças, evidenciando um cuidado em atender leitores de todas as idades e níveis de conhecimento. A abordagem editorial privilegia o estudo aprofundado, com notas, concordâncias e mapas, mas também valoriza o aspecto pedagógico e lúdico, por meio de atividades e histórias que facilitam a compreensão dos textos sagrados. O tom varia do didático ao contemplativo, com narrativas que exploram virtudes, personagens bíblicos e temas espirituais, sempre com um ritmo que respeita o tempo da reflexão e do aprendizado.
