
Título: Fireman's Carry: Levar o Bombeiro
Autor: Charlie Richards
Sinopse: Carl Lewis tem pouca alegria em sua vida. Ele recentemente passou por um divórcio doloroso, tem a custódia parcial de seus dois filhos, e está aprendendo a reorganizar sua agenda, porque trabalhar como detetive não vem mais em primeiro lugar. Não é fácil. Então ele conhece seu novo vizinho, Vincent Androse, um bombeiro gay que também acabou de passar por uma separação ruim. Ele o ajuda com a mobília na mudança e eles iniciam uma amizade que começa a preencher os buracos na vida de Carl, que ele nem sabia que existiam. Vincent se muda para ficar longe de seu ex-namorado trapaceiro, Lonnie. Sua nova casa é grande e vazia, e ele se encontra apreciando os churrascos de sexta á noite com seu novo amigo Carl, mesmo com os filhos dele por perto. Quando Lonnie aparece, pedindo para voltar, novamente, e se recusa a voltar, Vicent finge que Cal é o seu novo namorado. Vicent descobre que Carl pode beijar bem, realmente beijar muito bem e ele começa a querer coisas que o policial hétero não pode lhe dar. Ou pode?
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Fireman’s Carry: Levar o Bombeiro”, de Charlie Richards, publicado pela editora eXtasy Books, em 2012 e com 197 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: eXtasy Books
Páginas: 197
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 1771112549
ISBN13: 9781771112543
Sobre a editora
Os livros da editora eXtasy Books costumam apresentar narrativas intensas e envolventes, centradas em personagens que enfrentam conflitos pessoais profundos e relações complexas, muitas vezes em universos paranormais ou com elementos de fantasia. O catálogo sugere um foco recorrente em histórias de shifters, vampiros, e outras criaturas sobrenaturais, onde a descoberta do amor, a superação de traumas e a luta por aceitação são temas frequentes. O tom varia entre o dramático e o romântico, com ritmo que alterna entre a tensão crescente e momentos de conexão emocional íntima. Muitas obras exploram dinâmicas de poder e pertencimento dentro de comunidades fechadas, como matilhas ou coalizões, criando um clima de mistério e urgência.
