
Título: First Snow on Fuji
Autor: Yasunari Kawabata
Sinopse: The stories of Yasunari Kawabata evoke an unmistakably Japanese atmosphere in their delicacy, understatement, and lyrical description. Like his later works, First Snow on Fuji is concerned with forms of presence and absence, with being, with memory and loss of memory, with not–knowing. Kawabata lets us slide into the lives of people who have been shattered by war, loss, and longing. These stories are beautiful and melancholy, filled with Kawabata's unerring vision of human psychology. First Snow on Fuji was originally published in Japan in 1958, ten years before Kawabata received the Nobel Prize. Kawabata selected the stories for this collection himself, and the result is a stunning assembly of disparate moods and genres. This new edition is the first to be published in English.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “First Snow on Fuji”, de Yasunari Kawabata, publicado pela editora Counterpoint, em 2000 e com 248 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Counterpoint
Páginas: 248
Ano: 2000
Edição: Revised ed.
Linguagem: pt_BR
ISBN: 1582431051
ISBN13: 9781582431055
Sobre a editora
Os livros da editora Counterpoint conduzem o leitor por narrativas que exploram a complexidade das relações humanas, ambientais e históricas, muitas vezes com um tom reflexivo e por vezes inquietante. O catálogo privilegia obras que mesclam memórias pessoais, ensaios e ficção com temas como vício, recuperação, ecologia profunda e conflitos familiares. As histórias frequentemente se desenrolam em cenários marcados por tensões culturais e sociais, como comunidades indígenas, ambientes naturais selvagens ou momentos históricos conturbados, criando uma experiência de leitura que é tanto intelectual quanto sensorial. A linguagem varia entre a prosa poética e o estilo investigativo, com ritmo que pode ser tanto meditativo quanto tenso, dependendo do foco narrativo. Em meio a essa diversidade, há um interesse recorrente pela ligação entre o indivíduo e o meio – seja ele natural, social ou psicológico – e pelas consequências dessa conexão para o futuro coletivo.
